Curso de Capacitação para Profissionais Médicos Veterinários no GERENCIAMENTO de Sinantrópicos

Professor: Dr. Ricardo Soares Matias, Médico Veterinário/MSc – CRMV/RS 1968 - Consultor em Sinantrópicos e Credenciado pela Aliança Internacional de HACCP.

Aonde: Auditório do CRMV/RS – Rua Ramiro Barcelos, 1793 – 2ª andar – Porto Alegre/RS

Quando: 24 /25 de setembro e 15/16 de outubro de 2010

Horário: Das 8h às 20h, com intervalo para o almoço - totalizando 40 horas /curso

Valor: R$ 250,00*

*Sócios da Sovergs possuem desconto.

Porque: A proposta deste curso é fornecer aos profissionais e alunos do último semestre do curso de graduação, informações que possibilite exercer atividades na área de controle de pragas (ratos, baratas, mosquitos, pulgas, formigas, etc.). Este curso pretende capacitar de forma integral no que se refere ao controle. Assim, serão abordados temas como equipamentos usados no controle, formulações disponíveis no mercado nacional e os riscos do uso inadequado destes domissanitários bem como sua ação no controle das pragas. Complementa este quadro o conhecimento sobre a biologia, ecologia, morfologia, classificação e métodos de controle além de aspectos da epidemiologia das parasitoses vetoradas ou transmitidas por estas pragas, assim como os agravos à saúde por eles causados.

  • No final do curso além do certificado será entregue CD com todo o conteúdo apresentado em aula.

Maiores informações pelo fone 51-32281194 ou pelo e-mail sovergs@sovergs.com.br

 

PROGRAMA

MÓDULO I:

  1. CONHECER A LEGISLAÇÃO PERTINENTE
    1. Lei 6.503/72 – Dispõe sobre a promoção, proteção e recuperação da Saúde Pública; (Estado do Rio Grande do Sul);
    2. Lei 8.080/90 – Lei orgânica de saúde - SUS
    3. Lei 8.078/90 - Código de Proteção e Defesa do Consumidor;
    4. Lei 9.782/99 – Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;
    5. Decreto 23.430/74 – Aprova Regulamento que dispõe sobre a promoção, proteção e recuperação da Saúde Pública; (Estado do Rio Grande do Sul);
    6. Portaria 1.399/99 – Regulamenta a NOB – SUS
    7. Lei 9.677/98 – Crimes contra a saúde pública
    8. Decreto 30.691/52 Aprova o novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal.
    9. Decreto 209 /67 -  Institui o Código Brasileiro de Alimentos
    10. Decreto- Lei 986/69 -  institui normas básicas sobre controle de alimentos.
    11. Portaria 1.428 /93 - Incorpora o Brasil aos conceitos do sistema HACCP/APPCC
    12. Portaria 326/97 -  Alimentos industrializados
    13. RDC 217/01- Portos de Controle Sanitário
    14. RDC 352/2002- Frutas e/ou hortaliças em conserva. 
    15. Portaria 275/02 – Alimentos industrializados
    16. Resolução 175/03 - alimentos embalados e bebidas e águas envasadas
    17. RDC  267/03 - Gelados Comestíveis
    18. RDC 272/2003 – Amendoim e derivados
    19. RDC 18/99 – Palmito em conserva
    20. RDC 216/04 - Alimentos preparados ao consumo
    21. RDC 283/05 - Instituições de Longa Permanência para Idosos
    22. RDC 18/05 – Alimentos e bebidas preparados com vegetais
    23. RDC 214/06 - Farmácias
    24. RDC  173/2006 – Agua mineral e natural
    25. Portaria 368/1997 - Alimentos industrializados
    26. Portaria 46/98 – Indústrias de produtos de origem animal
    27. Resolução 10/03- Cadeia leiteira
    28. Instrução Normativa 15/2003 - Produção de farinha e gordura para alimentação animal 
    29. Instruções Normativas 52,53,54, 55 e 57/2006 – Centro de Coleta e Processamento de Sêmem Animal
    30. Instrução Normativa 56/2007 - estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução
    31.  Instrução Normativa 33/2007 – Unidades armazenadoras
    32. Instrução Normativa 4/2007 - estabelecimentos fabricantes de produtos destinados à Alimentação Animal
    33. Istrução Normativa 35/2007 - Registro e Fiscalização de Laboratórios de Sexagem de Sêmen Animal
    34. Instrução Normativa 34/2008 - farinhas e produtos gordurosos destinados à alimentação animal
    35. Registro Resolução RDC 326 09 de novembro de 2005 Regulamento Técnico para Saneantes
    36. RDC 52/09 – Dispões sobre desinsetizadoras

 

  1. ORGANIZAÇÃO DE POPS

2.1. Diferença entre POP, BPO e APPCC
2.2. Como fazer um POP
2.3. Como fazer um BPO
2.4. Organizar POPs de acordo com a RDC 52

 

MÓDULO II:

  1. MECANISMO DE AÇÃO DOS INSETICIDAS

       3.1 Ação dos inseticidas (características dos insetos)
                          3.1.1 Generalidades
                                   3.1.1.1. Ingestão
                                   3.1.1.2. Contato
                       3.1.1.3. Fumigantes
                    3.2.Toxicidade sobre os insetos
                    3.3. Toxicidade sobre o homem e os animais
                           3.3.1. Aguda
                           3.3.2. Crônica
        3.4.Classificação dos inseticidas
                            3.4.1. Fosforados e clorofosforados
                           3.4.2. Carbamatos
                           3.4.3. Clorados
                           3.4.4. Piretróides
                           3.4.5. Fumigantes
                    3.5.Aspéctos clínicos humanos
                         3.5.1. Inseticidas organoclorados
                        3.5.2. Inseticidas organofosforados
                        3.5.3. Inseticidas carbamatos
                        3.5.4. Inseticidas piretróides
                   3.6. Medidas de pronto socorro
                           
         4. FORMULAÇÕES INSETICIDAS
              4.1. Pós secos
                    4.2. Pós solúveis
                    4.3. Pó molhável
                    4.4. Microencapsulados
                    4.5. Granulados
                    4.6. Suspensão concentrada
                    4.7. Concentrado emulsionável
                    4.8. Emulsões
                    4.9. Solução Ultrabaixovolume
                    4.10. Reguladores de crescimento
                             4.10.1. Juvenóides
                             4.10.2. Inibidores da síntese de quitina
                    4.11. Bacillus sphaericus          
                    4.12. Bacillus thuringiensis israelensis
                    4.13. Outras formulações

MÓDULO III:

         5. TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO NO CONTROLE DE PRAGAS URBANAS
              5.1. Gotas
                     5.1.1. Tensão superficial
                     5.1.2. Evaporação
                     5.1.3. Deriva
                     5.1.4. Tamanho
                     5.1.5. Espectro
                     5.1.6. Densidade
                     5.1.7. Distribuição
                     5.1.8. Volume de aplicação
             5.2. Bicos de pulverização
                    5.2.1. Jato plano comum
                    5.2.2. Jato plano uniforme
                    5.2.3. Jato plano ampliado
                    5.2.4. Defletores
                    5.2.5. Cônico vazio
                    5.2.6. Cônico cheio
                    5.2.7. Turbinas
            5.3. Pulverização residual
                   5.3.1. Atomizadores costais motorizados
                   5.3.2. Atomizadores sobre veículos
                   5.3.3. Atomizadores manuais
                  5.3.4. Pulverizador costal manual
                  5.3.5. Pulverizador costal pressurizado
          5.4. Pulverização espacial
                 5.4.1. Termo-nebulização
                 5.4.2. Ultra baixo volume
          5.5. Polvilhadeiras

      6. MOSQUITOS
          6.1. Conceito geral e morfologia
          6.2. Classificação
          6.3. Culicideos
          6.4. Biologia
                 6.4.1. Estágios iniciais
                           6.4.1.1. Ovo
                           6.4.1.2. Larva
                           6.4.1.3. Pupa
                 6.4.2. Adultos
                           6.4.2.1. Emergência e dispersão
                           6.4.2.2. Acasalamento
                           6.4.2.3. Hematofagia
                           6.4.2.4. Alimentação
                           6.4.2.5. Oviposição
                           6.4.2.6. Locais de descanso
                           6.4.2.7. Hibernação e estivação
          6.5. Aspectos sanitários dos culicídeos
                 6.5.1. Dengue
                 6.5.2. Febre amarela
                 6.5.3. Malária
                 6.5.4. Leishmaniose
          6.6. Controle
                  6.6.1. Técnicas de desinsetização
                             6.6.1.1. Adultos
                             6.6.1.2. Larvas
                             6.6.1.3. Manejo integrado           
               
     7. MOSCAS
         7.1. Características morfológicas
         7.2. Classificação
         7.3.  Moscas hematófagas e não hematófagas
                 7.3.1. Características gerais
                 7.3.2. Distribuição geográfica
         7.4. Biologia
                7.4.1. Ovo
                7.4.2. Larva
               7.4.3. Pupa
               7.4.4. Adulto
        7.5. Ecologia
               7.5.1. Influência da temperatura
               7.5.2. Dispersão e distribuição
        7.6. Locais de criação
               7.6.1. Hábitos
        7.7. Importância médica e veterinária
        7.8. Controle
               7.8.1. Medidas culturais
               7.8.2. Inimigos naturais
               7.8.3.           Controle químico
               7.8.4. Controle biológico
               7.8.5. Manejo integrado
               7.9. Monitoramento de áreas sob controle

MÓDULO IV:
           
    8. BARATAS
        8.1. Características morfológicas
        8.2. Considerações gerais
        8.3. Comportamento
        8.4. Importância sanitária
        8.5. Domiciliaridade e ecologia
        8.6. Espécies domiciliares (B. germânica, B. orientalis, P. americana)
                8.6.1. Distribuição
                8.6.2. Descrição
                8.6.3. Biologia de ciclo de vida
                8.6.4. Ecologia
                               
        8.7. Aspéctos sanitários
        8.8. Controle
               8.8.1. Inspeção
               8.8.2. Técnicas de desinsetização
               8.8.3. Manutenção e higiene externa e interna
               8.8.4. Manejo integrado
           
   9. PULGAS
       9.1. Características morfológicas
       9.2. Considerações gerais
       9.3. Comportamento e ecologia  
       9.4. Influência do ambiente
              9.4.1. Temperatura
               9.4.2. Alimentos e produção de ovos
       9.5. Biologia
              9.5.1. Cópula e postura
               9.5.2. Ovo
               9.5.3. Larva
               9.5.4. Pupa
               9.5.5. Adulto                       
        9.6. Espécies de interesse sanitário
        9.7. Importância parasitológica
        9.8. Interação pulga/hospedeiro
                          9.8.1. Canal alimentar dos adultos na transmissão de doenças
              9.8.2. Agentes infestantes e vetores de tularemia, himenolepíases,  
                          salmonelose, peste, e outros.
        9.9. Controle
               9.9.1. Controle mecânico
                9.9.2. Controle químico
                9.9.2. Manejo integrado

        9.10. Tunga penetrans
                 9.10.1. Introdução
                 9.10.2. Histórico e biogeografia
                 9.10.3. Descrição do agente
                 9.10.4. Biologia
                 9.10.5. Patologia
                              9.10.5.1. Patologia animal
                             9.10.5.2. Patologia humana
                  9.10.6. Ecologia
                             9.10.6.1. Epidemiologia da tungíase
                             9.10.6.2. Dinâmica da transmissão
                             9.10.6.3. Disseminação e dispersão
                             9.10.6.4. Colonização
                                              9.10.6.4.1. Fatores bióticos
                                            9.10.6.4.2. Fatores abióticos
                                            9.10.6.4.3. Ecologia humana
                 9.10.7. Controle
                               9.10.7.1. Controle e prevenção em animais
                              9.10.7.2. Controle e prevenção em humanos
                              9.10.7.3 Controle ambiental
                              9.10.7.4. Vigilância ambiental                           
                              9.10.7.5. Registro e levantamento de dados
                  
10. SIMULÍDEOS
       10.1. Caracteres morfológicos  
                10.2. Considerações gerais
                10.3. Interesse sanitário
                10.4. Habitat
                10.5. Biologia
                          10.5.1. Postura
                         10.5.2. Ovo
                         10.5.3. Larva
                         10.5.4. Pupa
                         10.5.5. Adultos         
                 10.6. Fatores ambientais que influenciam sua população
                           10.6.1. Densidade populacional e sua flutuação
                          10.6.2 Colonização
                          10.6.3 Fatores que influenciam o estágio larval
                                       10.6.3.1. Suprimento alimentar
                                    10.6.3.2. Substrato
                                    10.6.3.3. Características do habitat
                                    10.6.3.4. Condições físico-químicas
                                    10.6.3.5. Poluição
                         10.6.4. Fatores que influenciam o estágio pupal
                                      10.6.4.1. Temperatura
                                    10.6.4.2. Oxigênio
                         10.6.5. Fatores que influenciam o estágio adulto
                                    10.6.5.1. Vento
                                    10.6.5.2. Temperatura
                                    10.6.5.3. Luz
                                    10.6.5.4. Precipitação
                                    10.6.5.5. Hematofagia
                                    10.6.5.6. Orientação ao hospedeiro
               10.7. Medidas de controle                                         
10.7.1. Controle de larvas
10.7.2. Controle de adultos
10.6.3. Manejo integrado
10.6.4. Participação popular           
            
MÓDULO V:

         11. FORMIGAS
              11.1. Formigas urbanas
                        11.1.1. Morfologia
                        11.1.2. Introdução
                        11.1.3. Importância das formigas
                        11.1.4. Importância sanitária
                        11.1.5. A colônia
                        11.1.6. Fundação de colônias
                        11.1.7. Desenvolvimento das castas
                        11.1.8. Estrutura das colônias
                        11.1.9. Comunicação e reconhecimento entre si
                        11.1.10. Secreções glandulares
                        11.1.11. Espécies de interesse
                        11.1.12. Controle
                  
         12. RESERVATÓRIOS
              12.1. Definição
              12.2. Espécie de interesse - RATOS
                        12.2.1. História
                        12.2.2. Biologia e comportamento social
                                    12.2.2.1. Características gerais
                                   12.2.2.2. Características sensoriais
                        12.2.3.Habilidades físicas
                         12.2.4. Organização social e comportamento
                         12.2.5. Dinâmica populacional e demografia
                        12.2.6. Características específicas
                                     12.2.6.1. Rattus novergicus
                                     12.2.6.2. Rattus rattus
                                     12.2.6.3. Mus musculus       
                         12.2.7. Os ratos como problemas econômicos
                        12.2.8. Os ratos como problemas em saúde pública            
                        12.2.9. Avaliação do nível de infestação
                        12.2.10. Identificação dos pontos de iscagem
                        12.2.11. Sistema de controle
                                       12.2.11.1. Controle biológico
                                       12.2.11.2. Controle físico  
                                       12.2.11.3. Controle químico
                                                        12.2.11.5.1. Raticidas agudos
                                                                           12.2.11.5.1.1. Exemplos
                                                                           12.2.11.5.1.2. Legislação
                                                                           12.2.11.5.1.3. Mecanismo de ação                                                                  12.2.11.5.2. Raticidas anticoagulantes
                                                                           12.2.11.5.2.1. Origem
                                                                           12.2.11.5.2.2. Mecanismo de ação
                                                                           12.2.            11.5.2.3. Formulações
                       12.2.12. Organização de programas de controle
                                     12.2.12.1. Educação para a saúde
                                     12.2.12.2. Diagnóstico da situação
                                     12.2.12.3. Recursos humanos
                                     12.2.12.4. Desenvolvimento do programa
                                     12.2.12.5. Monitoramento da área sob controle   
                                              
13. ZOONOSES
      13.1 Epidemiologia conceitual
             13.1.1. Epidemiologia: Definições e conceitos fundamentais
                         13.1.1.1. Propósitos gerais              
                         13.1.1.2. Uso da epidemiologia
             13.1.2. Ecologia das enfermidades
                         13.1.2.1. Fatores do meio ambiente condicionantes de enfermidades
                         13.1.2.2. Fatores do agente condicionantes de enfermidades
                         13.1.2.3. Fatores do hospedeiro condicionantes de enfermidades
                         13.1.2.4. Inter-relações hóspede-hospedeiro condicionante de  
                                            enfermidades
                         13.1.4. Vigilância epidemiológica
            13.1.3. Epidemiologia aplicada às zoonoses relacionadas a vetores ou
                          reservatórios (ratos)
                        13.1.3.1. Leptospirose
                        13.1.3.2. Toxoplasmose
                        13.1.3.3. Mal de Chagas
                        13.1.3.4. Dengue
                        13.1.3.5. Febre amarela
                        13.1.3.6. Doença de Lyme
                        13.1.3.7. Hantam vírus
                        13.1.3.8. Leishmaniose
                        13.1.3.9. Filariose
                        13.1.3.10. Salmonelose