ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1370-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA E SUAS PROVÁVEIS CAUSAS EM CÃES ERRANTES DA REGIÃO URBANA DE PELOTAS  RS</strong></p><p align=justify><b><u>Alexandre Corrêa </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Anelize Campello </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Márcia Oliveira Nobre </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Lucia Garcez Carmem Ribeiro </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O hemograma completo é uma ferramenta importante na clínica de cães e gatos, podendo ser utilizado em casos clínicos na busca diagnóstica, prognóstica e monitoramento da resposta a terapia. O hemograma sozinho constitua recurso de diagnóstico limitado na maioria dos casos, com raras exceções, ele estabelece um ponto de partida para o diagnóstico rápido e preciso. Este trabalho tem por objetivo avaliar o perfil hematológico de cães recolhidos aleatoriamente na região urbana de Pelotas  RS, discutindo então, algumas das mais prováveis causas dessas alterações, considerando o fato destes cães serem animais errantes. Foram avaliadas oitenta e quatro fêmeas com idade entre um a dez anos, todas recolhidas da região urbana de Pelotas  RS. As amostras foram encaminhadas para o laboratório de patologia clínica da Universidade Federal de Pelotas, para a análise da série vermelha e da série branca sanguíneas. Após o termino das coletas, foram analisados e classificados entre abaixo dos valores de referência para a espécie, dentro dos valores de referência e acima dos valores de referência para a espécie. Foram analisadas oitenta e quatro amostras de série vermelha e sessenta e sete amostras da série branca. As coletas aconteceram dentro de um período de cinco meses (maio a setembro). Após análise laboratorial das 84 amostras da série vermelha, as hemácias estavam em 19 (22,6%) amostras abaixo dos níveis fisiológicos e as 65 (77,5%) restantes estavam dentro dos padrões da fisiologia. Na avaliação do hematócrito, 14 (16,6%) amostras apresentavam-se abaixo dos padrões e uma (1,19%) acima dos níveis fisiológicos. Concluiu-se que a variação hematológica que animais errantes apresentam, devido ao grande número de enfermidades aos quais estes animais estão expostos e o potencial de transmissibilidade dessas enfermidade, torna-se interessante a realização de estudos epidemiológicos específicos com estes animais.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>