ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.1368-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>ANTICORPO ANTI-BRUCELLA ABORTUS EM TERNEIROS DE GADO LEITEIRO</strong></p><p align=justify><b><u>Ana Lúcia Coelho Recuero </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cledir Behling Stark </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Andréa Hentges </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Patrícia Leitzke Martins </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Sérgio Jorge </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fernando da Silva Bandeira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cláudia Pinho Hartleben Fernandes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Claudiomar Soares Brod </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Foi realizado um estudo de prevalência de Brucelose bovina na bacia leiteira do Município do Capão do Leão, avaliando 148 terneiros de 1 a 10 meses de idade, de trinta propriedades leiteiras. Utilizou-se o programa EpiInfo 6.04 para determinar o número de propriedades a serem analisadas, estimando-se uma expectativa de 14% de Prevalência, um erro relativo de 11%, e um limite de confiança de 95%, que resultou em um número de 28 propriedades. As técnicas laboratoriais utilizadas foram as preconizadas pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), o Teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) como triagem e as Provas Lentas em Tubo (PLT) sem e com 2-Mercaptoetanol (2-ME) como testes confirmatórios para os reagentes no AAT. O número de animais com menos de um ano encontrado nas 30 propriedades foi de 148, sendo 106 fêmeas e 42 machos. Com relação à idade, 67 (45,3%) tinham até dois meses, 74 (50%) de 3 à 8 meses e 7 (4,7%) de 9 à 10 meses. Das 30 propriedades examinadas, 18 apresentavam animais em idade de vacinação e destas somente três tinham animais vacinados o que equivale a 83,3% de propriedades que não vacinam ou que pelo menos não o tinham feito até o momento da coleta dos animais. Os testes laboratoriais revelaram quatro animais reagentes ao AAT (27,03%), três reagentes na PLT (20,27%) e dois reagentes ao 2-ME (13,51%). As reações encontradas foram discutidas com relação à idade e o status vacinal do animal, chegando-se a conclusão que esta investigação não convencional para Brucelose bovina (terneiros menores de um ano de idade) detectou duas propriedades com animais infectados (6,67%) bem como a análise de animais em idade de vacinação (fêmeas com 3 a 8 meses de idade) revelou 79% de animais não vacinados.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>