ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1343-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>SORONEUTRALIZAÇÃO (SN) FRENTE A DIFERENTES TIPOS E SUBTIPOS DE HERPESVÍRUS BOVINOS TIPOS 1 E 5</strong></p><p align=justify><b>Samuel Paulo Cibulski </b> (<i>IPVDF</i>); <b>Carine Lidiane Holz </b> (<i>IPVDF</i>); <b>Thais Fumaco Teixeira </b> (<i>IPVDF</i>); <b>Helena Beatriz de Carvalho Ruthner Batista </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Luciana Ruschel Roehe </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Fabrício Souza Campos </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Martha Trindade Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Ana Paula Muterle Varela </b> (<i>IPVDF</i>); <b>Ana Cláudia Franco </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Paulo Michel Roehe </u></b> (<i>IPVDF/UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este estudo objetivou avaliar a sensibilidade de testes de soroneutralização (SN) utilizando diversos tipos e subtipos de herpesvírus bovino tipo 1 (BoHV-1) e 5 (BoHV-5) como vírus de desafio. A detecção de anticorpos neutralizantes foi realizada em soros bovinos coletados de duas regiões geograficamente distintas. Amostras de soros (n=810) de dois estados brasileiros (Rio Grande do Sul, RS; Goiás, GO) foram testados pela técnica de SN contra seis distintos BoHV (BoHV-1.1 cepa Los Angeles - LA e EVI123/98; BoHV-1.2a cepa SV 265/96; BoHV-5a cepa EVI88/95; BoHV-5b cepa A663 e BoHV-5c cepa ISO95/97). A sensibilidade dos testes variou dependendo da cepa viral utilizada e da região geográfica dos soros testados. Também houve diferença nos níveis de sensibilidade quando os vírus de desafio eram do mesmo subtipo. Considerando-se os resultados positivos das diferentes cepas, observou variação de 41,7 a 81,7% na sensibilidade do teste. A cepa viral que exibiu maior sensibilidade quando utilizada isoladamente nas SN foi a de BoHV-5b A663 (76,4% - 250 positivos/810 soros). Ao analisarmos os resultados conjuntos das seis cepas virais avaliadas no estudo, foi determinada a sensibilidade máxima (327  100%). Através dos resultados encontrados nenhuma associação poderia ser estabelecida entre os diferentes tipos e subtipos virais e a sensibilidade do teste. Estes resultados indicam que a escolha do vírus utilizado para desafio é crítica em testes de SN, sendo que o desempenho dos testes pode ser aumentado consideravelmente ao utilizar diferentes cepas virais. Além disso, soros de diferentes regiões geográficas podem reagir diferentemente contra cepas de BoHV-1 e 5. Isso poderá ser particularmente relevante para os programas de controle dessas infecções e para o comércio internacional, onde uma sensibilidade máxima deve ser requisitada. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>