ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.1298-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>ISOLAMENTO DE MYCOBACTERIUM LENTIFLAVUM EM PRIMATAS NÃO HUMANOS MANTIDOS EM CATIVEIRO.</strong></p><p align=justify><b>Fábio H. Amâncio </b> (<i>UNICASTELO</i>); <b>Adolfo Carlos Barreto Santos </b> (<i>UNESP - FCF</i>); <b>Karina de Prince </b> (<i>UNESP-FCF</i>); <b>Tatiana M. A. Cruvinel </b> (<i>UNIRP</i>); <b>C.a.t. Cruvinel </b> (<i>UNIRP</i>); <b>Guilherme Guerra Neto </b> (<i></i>); <b>C.s. Silva </b> (<i>UNESP - FCAV</i>); <b>J.r. Pachaly </b> (<i>UNIPAR</i>); <b>Clarice Queico Fujimura Leite </b> (<i>UNESP - FCF</i>); <b><u>José Rodrigo C. Pandolfi </u></b> (<i>UNICASTELO</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O Mycobacterium lentiflavum é uma micobactéria de crescimento lento, pigmentada, caracterizada por resistência múltipla a drogas antimicobacterianas. Descrita em 1996, está em evidência por causar sérias infecções em pacientes imunossuprimidos. Entretanto infecção pulmonar crônica foi relatada em paciente imunocompetente. O ambiente de zoológico é propício à disseminação de doenças, apesar de rigoroso manejo sanitário. A proximidade de visitantes e tratadores aos animais criados em zoológicos favorece a transmissão de várias enfermidades. Assim, monitorar a sanidade destes animais é crucial para a tomada de medidas na prevenção e controle de doenças em animais e no homem. Neste sentido, fez-se a pesquisa de micobactérias em 19 primatas não humanos, mantidos em cativeiro, no Bosque municipal Fábio Barreto, de Ribeirão Preto, SP. Sob contenção química, os animais foram inoculados com PPD bovino e amostras clínicas foram colhidas da cavidade nasal, orofaringe e traquéia e inoculadas em 7H9 enriquecido com OADC e antibióticos - PANTA (BBL MGIT). Os resultados do PPD foram negativos. O material foi incubado a 30oC e, após a turvação do meio, fez-se o estudo das amostras pela técnica de PCR PRA. A confirmação do isolamento de M. lentiflavum foi feita em 14 animais. Isto pode implicar em problemas sanitários para estes animais, geralmente sob estresse constante, bem como aos humanos que entrarem em contato com eles. Este foi o primeiro isolamento desta bactéria em animais.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>