ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1293-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ABORDAGENS CIRÚRGICAS AO TÓRAX NA ESPÉCIE CANINA</strong></p><p align=justify><b>Karine Gehlen Baja </b> (<i>ulbra</i>); <b><u>Renata Sesterhenn </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Rosemeri Podeleski </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> A cirurgia torácica em cães é realizada freqüentemente. Para ter acesso as estruturas da cavidade torácicas têm-se a opção de várias técnicas de toracotomia. A toracotomia pode ser intercostal, transcostal, transesternal ou com esternotomia. A escolha da técnica e do local a ser abordado varia conforme a estrutura a ser operada. A toracotomia intercostal é a abordagem mais realizada, por abordar mais diretamente a região desejada, porém quando não se trata de uma toracotomia exploratória a esternotomia mediana é a técnica de escolha caso não se tenha uma suspeita do local provável da operação. A toracotomia é um prodimento que gera um alto grau de dor no pós-operatório, sendo importante o manejo da dor neste período. Se esta dor não for tratada, o animal torna-se cada vez mais exausto e angustiado. Durante as 24 horas seguintes, o animal que está sofrendo poderá também deixar de comer, beber e de se movimentar, trazendo problemas secundários a isto. As diferentes técnicas além de possibilitarem uma diferente abordagem às estruturas, geram um grau diferente de dor no pós-operatório, sendo que a esternotomia parece desencadear um menor desconforto no pós operatório do que a toracotomia intercostal, a transcostal e a transesternal são as que desencadeiam um maior grau de dor. Esse trabalho mostra uma revisão bibliográfica das diferentes técnicas de toracotomia, indicando as estruturas abordadas em cada técnica e correlacionando o grau de dor de cada técnica. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>