ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1293-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>MANDIBULECTOMIA EM CÃES- AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA DE SEIS CASOS</strong></p><p align=justify><b>Francieli Marconato </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Elisa Boaro </b> (<i>Ulbra</i>); <b><u>Maria Inês Witz </u></b> (<i>Ulbra</i>); <b>Karine Gehlen Baja </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Viviane Machado Pinto </b> (<i>Ulbra</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os tumores de cavidade oral tem alta incidência na clínica de pequenos animais, os cães são mais acometidos de que os gatos e os tumores malignos são mais freqüentes que os benignos. O melanoma maligno é a neoplasia oral mais comum dos cães, nos felinos é muito rara, respondendo por cerca de 2% dos casos malignos de orofaringe dos gatos domésticos O diagnóstico precoce é importante na cura, mas infelizmente a maioria dos animais são atendidos com a doença em estágios avançados. Os sinais clínicos mais comuns dos tumores da cavidade oral são halitose, disfagia, sangramento ou a presença de uma massa projetando-se da boca. O diagnóstico definitivo é baseado na biópsia da lesão e em radiografias do crânio e do tórax em busca de metástases.Atualmente existem muitas opções para o tratamento das neoplasias orais que incluem cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia com autovacinas, hipertermia e terapia fotodinâmica. A cirurgia faz parte integral do plano terapêutico, especialmente para neoplasias volumosas e agressivas. O procedimento cirúrgico ideal é o que oferece a maior possibilidade de cura, restaura ou mantém a função, e tem resultado estético aceitável. O objetivo deste trabalho é avaliar a conduta terapêutica em 6 casos de tumoração oral que foram atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil (HV  ULBRA) no período de Janeiro de 2004 a Agosto de 2008 encaminhados à cirurgia para remoção utilizando a técnica de mandibulectomia total ou parcial.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>