ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:20.1281-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Plantas Toxicas</b><p align=justify><strong>INTOXICAÇÃO POR BACCHARIS CORIDIFOLIA (MIO-MIO) EM EQUINOS - UMA ABORDAGEM CLÍNICA.</strong></p><p align=justify><b><u>Janaína da Rosa Velho </u></b> (<i>Universidade Federa de Pelotas</i>); <b>Carlos Eduardo Wayne Nogueira </b> (<i>ufpel</i>); <b>Camila Nodari </b> (<i>universidade de lages</i>); <b>Luciana Araujo Lins </b> (<i>ufpel</i>); <b>Cistiane da Silva Brum </b> (<i>ufpel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho tem como objetivo relatar a intoxicação em eqüinos por Baccharis coridifolia (Asteraceae) (mio-mio), planta tóxica que ocorre principalmente no Rio Grande do Sul, na região da fronteira com o Uruguai e Argentina. A B. coridifolia encontra-se também, em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A doença ocorre principalmente em bovinos e, menos freqüente, em ovinos e eqüinos. Apesar de ser uma doença importante, são diagnosticados poucos surtos por veterinários e laboratórios de diagnostico por ser uma intoxicação bem conhecida pelos criadores de bovinos e ovinos. Nesse estudo está sendo relatado 3 casos de intoxicação pela planta na qual esses animais foram encaminhados ao Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal de Pelotas (HCV-UFPel) , esta sendo enfatizado a epidemiologia, a parte clínica do curso da doença, bem como o tratamento instituido e a evolução dos casos. O diagnóstico foi feito pelo conhecimento da ocorrência de plantas tóxicas na região, da constatação dos sinais clínicos e a sua evolução. Os dados epidemiológicos são de grande importância, tais como a presença da planta, toxicidade, freqüência da doença, época de ocorrência e condições em que ocorre a ingestão. Os animais intoxicados apesar de ter nascido no local ficaram cinco anos em treinamento, no hipódromo, fora da sua região de origem, fato que deve ter favorecido a ingesta da planta.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>