ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:14.1276-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Suínos</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE RINITE ATRÓFICA E PNEUMONIA ENZOÓTICA SUÍNA EM UM FRIGORÍFICO DA REGIÃO NORTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL</strong></p><p align=justify><b><u>Rodrigo Antonio Malabarba </u></b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Elci Lotar Dickel </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Luciana Ruschel dos Santos </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Giovani Facenda </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> O presente trabalho se refere à ocorrência de rinite atrófica suína (RA) em um frigorífico da região norte do RS, visando assim avaliar diferentes graus de lesões. Neste trabalho foram avaliados 1.200 suínos durante o período de 14 de janeiro a 02 de junho de 2008. Para esta avaliação realizou-se um corte longitudinal entre o 1º e o 2º dentes pré-molares e após foi feita a avaliação, dos cornetos nasais. Os resultados obtidos deste trabalho demonstrou haver uma correlação positiva entre animais portadores de rinite atrófica e pneumonia enzoótica suína. Quanto maior o grau das lesões, considerando a consolidação pulmonar, maior foi a freqüência de rinite atrófica suína. A rinite atrófica (RA) é uma doença infecto-contagiosa, de evolução progressiva e crônica, caracterizada por hipotrofia ou atrofia dos cornetos nasais, desvio do septo nasal e deformidade do focinho. Mantém-se nos rebanhos de maneira insidiosa, sem mortalidade, porém, com impacto econômico elevado, devido à redução do ganho de peso e piora na conversão alimentar, que pode atingir até 17%, nos suínos com lesão grave. A transmissão primária da RA ocorre por contato, de suíno para suíno ou através de aerossóis, por via aerógena. Porcas, cronicamente infectadas, transmitem a doença às suas leitegadas, por contato nasal, durante o período de amamentação. Os leitões infectados se constituem em fonte ativa de infecção para outros suínos susceptíveis e disseminam a infecção nos reagrupamentos realizados no desmame e no inicio do crescimento. Os leitões infectados, nas primeiras semanas de vida, desenvolvem lesões severas e tornam-se disseminadores da infecção¹. Outros possíveis transmissores de RA são gatos, ratos e coelhos. Rebanhos livres de RA, geralmente, adquirem a doença ao introduzir no plantel, suínos oriundos de granjas infectadas. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>