ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.1269-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>CARACTERÍSTICAS DE ISOLADOS DE ESCHERICHIA COLI PROVENIENTES DE AVES SILVESTRES QUANTO A GENES DE VIRULÊNCIA E RESISTENCIA A ANTIBIÓTICOS.</strong></p><p align=justify><b><u>Alice Akimi Ikuno </u></b> (<i>Instituto Biológico de São Paulo</i>); <b>Nilce Maria de Sousa Queiroz Gama </b> (<i>Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola-Unidade de Pesquisa de Bastos</i>); <b>Elisabeth Aparecida Lopes Guastalli </b> (<i>Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola-Unidade de Pesquisa de Bastos</i>); <b>Marta Brito Guimarães </b> (<i>Ambulatório de aves-FMVZ-USP</i>); <b>Vera Cecília Annes Ferreira </b> (<i>Instituto Biológico de São Paulo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A mobilidade e a migração das aves são importante fenômeno biológico e um fator potencialmente crucial de epizootia. Espécies de aves sedentárias podem se mover longas distâncias e espécies de aves nômades podem transportar patógenos durante os seus movimentos erráticos. A flora normal do intestino de aves silvestres ou urbanas não é bem documentada, particularmente passeriformes. A identificação de genes de virulência associados em E. coli não patogênica comensal e do ambiente pode ser usada como indicador de risco potencial que tais novos reservatórios de linhagens patogênicas representam para humanos e animais e para identificar surtos de E. coli patogênica. Isolados de E. coli provenientes de aves silvestres foram analisados quanto à presença de genes de virulência por PCR. Os resultados mostraram a presença de 7 genes de virulência em E. coli isoladas de aves silvestres. A maioria dos isolados (61,4%) foram positivos para o gene irp2 associado com os genes de virulência iucD (24,6%), iss (24,7%), cvi/cva, vat, tsh (19,3%). Em comparação a isolados de E. coli de aves poedeiras uma baixa porcentagem de amostras possuía o gene astA (1,7%). O gene para hemaglutinina sensível à temperatura (tsh), freqüentemente observado em isolados virulentos e raramente em comensal, foi detectado em 28%. Todos os isolados foram resistentes a lincomicina freqüentemente associada à resistência à estreptomicina (63%). Foram observados isolados com resistência múltipla a pelo menos 3 antibióticos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>