ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1268-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>HEMANGIOSSARCOMA EM CÃES  ESTUDO DE TRÊS CASOS CLÍNICO-CIRÚRGICOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL (HV-ULBRA) NO ANO DE 2008</strong></p><p align=justify><b><u>Maria Inês Witz </u></b> (<i>Ulbra</i>); <b>Taíse Lawall </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Karine Gehlen Baja </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Viviane Machado Pinto </b> (<i>Ulbra</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O hemangiossarcoma é um tumor mesenquimal, é o segundo tipo histológico de tumor mais comum em cães. Trata-se de uma neoplasia com origem nas células endoteliais dos vasos, portanto, pode ocorrer em qualquer tecido vascularizado em qualquer localização anatômica, destacando-se pele, baço e fígado. Os animais são levados ao veterinário com a queixa de colapsos agudos e fraqueza. Esses sinais são resultado da ruptura do tumor e da hemorragia intrabdominal aguda. Durante a anamnese e exame clínico é importante questionar quanto à velocidade de desenvolvimento da massa, visto que neoplasias benignas são bem delineadas e de crescimento lento, enquanto que as malignas são frequentemente fixas, com crescimento rápido e com bordas mal-definidas. Para o diagnóstico o uso de exames de imagem como radiografia (RX) torácica e ultrassom (US) abdominal são de singular importância, mas não substituem a histopatologia, através do exame de biópsia. Para o tratamento, a ressecção cirúrgica e a quimioterapia são as modalidades mais comumente empregadas em nosso meio, mas variam quanto à eficiência de acordo com o grau de invasão e extensão da neoplasia no momento do diagnóstico. Este trabalho descreve os procedimentos e a terapêutica adotada em três caninos com hemangiossarcoma acompanhados na rotina clínica do HV-ULBRA. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>