| AREA: Toxicologia O DESENVOLVIMENTO PÓS - NATAL DA PROLE DE RATOS WISTAR NO ESTUDO DA TOXICIDADE REPRODUTIVA DE DUAS PREPARAÇÕES FITOTERÃPICAS CONTENDO SOJA GLYCINE MAX (L.) MERR Clarissa Boemler Hollenbach (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Carlos Eduardo Bortolini (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Juliana Machado Batista da Silva (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Emanuel Boemler Hollenbach (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Tatiana Larissa Schuch (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Maãra Haase Pacheco (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Fernanda Bastos de Mello (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul); Joã£o Roberto Braga de Mello (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
ResumoHá diversos registros na literatura referente aos usos da soja e de suas isoflavonas para a prevenção e tratamento de enfermidades. Além da substituição do leite animal em crianças com manifestações alérgicas, as principais indicações terapêuticas são: tratamento de sintomas pré e pós-menopausa na prevenção da osteoporose, na prevenção e tratamento de câncer, na prevenção de doenças cardiovasculares e como auxiliar no tratamento dos diabetes. No entanto, muitos estudos são contraditórios e estudos adicionais são necessários para garantir a segurança no uso destas substâncias. Este estudo avaliou o desenvolvimento pós – natal da prole de ratos Wistar tratados com preparações fitoterápicas contendo Glycine max (L.) Merr. (soja), Isoflavine® da Herbarium Laboratório Botânico Ltda. e Soyfemme® da Ache Laboratórios Farmacêuticos S/A. Foram formados oito grupos experimentais constituÃdos de 32 animais (8 machos e 24 fêmeas): seis grupos teste que receberam 4,3mg/kg, 21,5mg/kg e 43mg/kg dos fitoterápicos Isoflavine® (GI) e Soyfemme® (GS) (GI1, GI2, GI3 e GS1, GS2, GS3) um grupo controle negativo tratado com o veÃculo (água destilada) (GC-) e grupo controle positivo (GC+) que recebeu isoflavonas da soja na dose 4mg/kg. Os animais foram tratados diariamente, por via oral, com sonda oro - gástrica, sendo os machos tratados durante 91 dias (antes do acasalamento e durante o acasalamento), e as fêmeas durante 77 dias (pré-acasalamento, gestação e lactação). O desenvolvimento pós-natal da prole das fêmeas paridas foi observado desde o dia do nascimento (dia zero). Os animais foram sexados e marcados individualmente. As ninhadas foram pesadas diariamente até o 35º dia pós-natal e os filhotes individualmente nos dias 0, 7, 14, e 21. Cada filhote foi avaliado quanto ao desenvolvimento fÃsico geral e sexual e no teste de comportamento em campo aberto. Os resultados concluem que o tratamento dos pais não interferiu no teste de comportamento, no desenvolvimento ponderal, e nas caracterÃsticas gerais e sexuais das proles. |