ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:19.1263-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Fitoterapia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO DE DIFERENTES EXTRAÇÕES HIDRALCOÓLICAS DE PLANTAS COM INDICATIVO ETNOGRÁFICO ANTISSÉPTICO/DESINFETANTE</strong></p><p align=justify><b><u>Luiz Filipe Damé Schuch </u></b> (<i>Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fernanda Voigt Mota </b> (<i>Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luciana de Souza Prestes </b> (<i>Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marta Elaine Bastos Oyarzabal </b> (<i>Faculdade de Veterinária, UFRGS</i>); <b>Helen Silveira Coimbra </b> (<i>Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carolina Lambrecht Gonçalves </b> (<i>Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A utilização de produtos naturais, eficazes e de baixo risco, na produção animal tem ganhado importância nos últimos anos. Assim, busca-se a utilização de plantas medicinais com indicativo etnográfico antisséptico/desinfetante no manejo da mastite bovina. Diferentes extratos hidralcoólicos de quatro plantas  Baccharis trimera, Bidens pilosa, Eucalyptus sp. e Tagetes minuta foram comparados quanto a sua atividade antibacteriana frente a 2 microrganismos causadores de mastite contagiosa (S. aureus e S. agalactiae). Foram obtidos extratos hidralcoólicos das plantas a partir de folhas frecas com álcool de cereais à 92,80 e de folhas secas com álcool de cereais à 700 e 500. A atividade antibacteriana de cada extrato foi medida pela capacidade de inativação de 105-10¨6UFC/mL de cada bactéria, em três tempos de contato, 30 segundos, cinco e 20 minutos. Os resultados foram analisados por análise de variância e comparação entre médias utilizando o teste de Tukey com 95% de significância. Obteve-se efeito antibacteriano de extratos de todas as plantas. Para o T. minuta, o extrato de folhas secas com álcool à 700 foi o mais efetivo (p<0,05) enquanto que para Eucalyptus sp., o extrato obtido de planta fresca foi mais efetivo apesar da diferença não ser estatisticamente significativo. Para as outras duas plantas a forma de obtenção do extrato não apresentou diferença quanto ao efeito antibacteriano. Pode-se concluir que há maior atividade antibacteriana quando o extrato de T. minuta é obtido de folhas secas e do Eucalyptus sp. de folhas frescas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>