ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.1259-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>MORTALIDADE EMBRIONÁRIA EM ÉGUAS INSEMINADAS COM SÊMEN CONGELADO DE JUMENTO DA RAÇA PÊGA ANTES E APÓS A OVULAÇÃO</strong></p><p align=justify><b><u>Pedro Gama Ker </u></b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Giovanni Ribeiro de Carvalho </b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Guilherme Pugliesi </b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Renan Reis Oliveira </b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A tecnologia de criopreservação de sêmen eqüídeo vem avançando nos últimos anos. No entanto, poucos estudos com congelamento de sêmen de jumentos realizaram teste de fertilidade e avaliaram a perda embrionária. Objetivou-se avaliar a perda embrionária, do dia 13 ao 35 após a ovulação, em éguas inseminadas com sêmen congelado de jumento antes e após a detecção da ovulação. Foram utilizados 48 ciclos de 23 éguas mestiças (27 ciclos)  haras 1; e 19 éguas (21 ciclos) da raça Campolina  haras 2. As éguas em cio foram acompanhadas por palpação retal diariamente até a detecção de folículo de 35 mm, quanto então foram divididas em dois tratamentos. T1: controle folicular realizado a intervalos de 6 horas com inseminações realizadas após a ovulação. T2: aplicação de 2000 UI de hCG quando os folículos atingirem 35-40 mm de diâmetro, sendo o controle folicular foi realizado a intervalos de 12 horas e inseminações 24 horas após a aplicação do hCG. As inseminações foram feitas no ápice do corno uterino na dose de 300 milhões de espermatozóides viáveis. Os diagnósticos de gestação foram realizados aos 13, 25 e aos 35 dias após a ovulação por meio de palpação retal e pela ultra-sonografia. As taxas de concepção obtidas aos 13 dias foram de 40% e 26% para os tratamentos 1 e 2 , respectivamente (p> 0,05). A taxa de perda embrionária no presente estudo foi de 10% para o tratamento 1 e de 33,33% para o tratamento 2 (p> 0,05). Não foi observado perda embrionária de 25 a 35 dias. Todas as três mortes embrionárias observadas no presente estudo ocorreram no haras 2. Tal fato pode estar relacionado à maior média de idade das éguas neste haras. Pode-se inferir que o momento da inseminação não afeta a taxa de perda embrionária em éguas inseminadas com sêmen de jumento congelado.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>