ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:17.1257-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Toxicologia</b><p align=justify><strong>ESTIMATIVA DA TOXICIDADE MATERNA E FETAL EM RATAS WISTAR TRATADAS NO PERÍODO ORGANOGÊNICO COM UMA FORMULAÇÃO FITOTERÁPICA COMERCIAL CONTENDO SOJA [GLYCINE MAX (L.) MERR.]</strong></p><p align=justify><b><u>Carlos Eduardo Bortolini </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Clarissa B. Hollenbach </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Emanuel B. Hollenbach </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Tatiana L. Schuch </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Juliana M. B. Silva </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Maíra H. Pacheco </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fernanda B. Mello </b> (<i>Universidade Estadual do Rio Grande do Sul</i>); <b>João R. B. Mello </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A soja e seus constituintes foram consumidos por muitos séculos, sem quaisquer aparentes efeitos adversos e associadas a benefícios à saúde. No entanto, a preocupação levantada dos potenciais efeitos adversos da atividade estrogênica das isoflavonas, sugerem diversos estudos de segurança com o uso das preparações fitoterápicas contendo soja [Glycine max (L.) Merr]. O presente estudo realizado com uma formulação fitoterápica comercial, no período embriogênico, buscou avaliar a toxicidade sistêmica materna e da prole de ratas Wistars tratadas no período de embriogênese. A medicação foi administrada por via oro-gástrica, do 6° ao 15° dia de gestação. As fêmeas foram monitoradas diariamente durante todo o período gestacional e os filhotes no momento do nascimento. Foi possível observar indícios de toxicidade materna no período de organogênese e no parto. Os grupos GS2 (13,29 ± 4,37%) e GS3 (15,42 ± 6,01%) obtiveram ganhos de massa corporal inferiores; GS1 (14,25 ± 3,59%) e GS3 (14,57 ± 3,54%) redução da ingestão hídrica e GS2 (2/12; 6/12) e GS3 (2/12; 9/12) presença de conteúdo uterino hemorrágico e petéquias na parede uterina. Na prole os grupos GS3 (4,85 ± 0,46g), GS1 (4,99 ± 0,47g) e GC+ (5,05 ± 0,57g) evidenciaram menor ganho de peso embrionário e GS1 (21/133 ), GC+ (22/114), GS2 (19/111) e GS3 (40/115) presença de hematomas cutâneos. Os resultados demonstraram que o grupo de menor dose não apresentou sinais de toxicidade materna e fetal, sugerindo que a preparação comercial fitoterápica contendo soja Glycine max (L.) Merr 40% pode interferir na gestação, quando administrada no período de organogênese.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>