ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1256-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>LEVEDURAS E FUNGOS LEVEDURIFORMES ISOLADOS DA PELE DE SUÍNOS HÍGIDOS</strong></p><p align=justify><b>Andréia Spanamberg </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Fabiano Bonfim Carregaro </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Simone Passos Bianchi </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Rafael Rodrigues Ferreira </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Edna Maria Cavallini Sanches </b> (<i>UFRGS</i>); <b>David Emilio Santos Neves de Barcellos </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Laerte Ferreiro </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Na suinocultura, o estudo da micologia contribui tanto na segurança alimentar como no entendimento de diversas patologias. O conhecimento dos agentes fúngicos presentes na pele de animais saudáveis e com patologias superficiais é importante para um controle eficaz dos riscos potenciais de infecção, principalmente quando associados a espécies confinadas, onde o desequilíbrio da microbiota ambiental pode ser decisivo nas interações entre o ambiente e os animais. Este trabalho foi realizado com o objetivo de caracterizar leveduras e fungos leveduriformes, com ênfase nas espécies patogênicas, presentes na pele de suínos sem lesões aparentes. Foram obtidas 261 amostras de esfregaço de pele de suínos provenientes de 11 granjas do estado do Rio Grande do Sul. Foram obtidos 142 isolados. Até o momento 120 (142) já foram identificados como pertencentes aos gêneros Candida, Trichosporon, Geotrichum, Pichia e Rhodotorula. Candida albicans foi a espécie mais freqüente com 57,5%. Os demais isolados ainda estão em processo de identificação, que será feita através de testes utilizados na metodologia convencional de caracterização de leveduras e também pela utilização do meio cromogênico Ágar Hicrome Candida (HIMEDIA®) e por testes de indução de formação de tubo germinativo e produção de clamidosporos (microcultivo) para caracterização de Candida albicans. Havendo a presença de qualquer um dos gêneros já identificados, notadamente da espécie Candida albicans, ou de algum outro agente fúngico na pele hígida, qualquer imunossupressão pode facilitar o desenvolvimento dos mesmos no animal, com comprometimento que pode variar de apenas superficial ou até fatal em alguns casos. A alta prevalência de Candida na pele de suínos hígidos demonstra a relevância epidemiológica da identificação das espécies isoladas, assim bem como dos fungos leveduriformes, pois os mesmos podem ser potencialmente causadores de patologias nestes animais quando imunodeprimidos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>