ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1255-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ACOMPANHAMENTO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DE DEMODICOSE CANINA</strong></p><p align=justify><b><u>Anelize de Oliveira Campello </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Graziela Wilhem </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Eduardo Negri Mueller </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Vanessa Edon Moreas </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Isabel Cristina Pereira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Mariana Tillmann </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Tainã Normanton Guimm </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cristina Gehver Fernandes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Márcia Oliveira Nobre </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A demodicose canina é uma dermatopatia que pode acometer cães de diversas faixas etárias. O ácaro causador, o Demodex canis é comensal da pele e prolifera-se quando ocorre alguma desordem imunológica sem causas bem elucidadas, causando lesões cutâneas. Ela é classificada de acordo com a sua distribuição em localizada ou generalizada. A forma generalizada é, sem dúvida, a mais grave, devido à presença de piodermatite secundária. As lesões se tornam dolorosas e exsudativas, além da alopecia e do eritema causado normalmente pela proliferação do ácaro. Neste trabalho foi realizado o acompahamento clínico e histopatológico de quatro cães (três fêmeas e um macho), portadores de demodicose crônica generalizada, que foram tratados com antibioticoterapia por 15 dias e moxidectina por 60 dias, até a obtenção da alta parasitológica. Os animais sofreram acompanhamento clínico semanal e foram realizados raspados cutâneos em intervalos quinzenais. As biópsias de pele foram realizadas nos dias 0 e 45. Como resultado, observou-se que embora a melhora clínica fosse evidente e os raspados de pele se tornassem negativos, o padrão histopatológico da pele não evoluiu. Apenas a densidade de ácaros foi reduzida, porém a foliculite mural por ele causada persistiu após o tratamento. Ficou então exposto a necessidade de avaliação da resposta imune local e sistêmica em animais portadores de demodicose crônica, a fim de determinar a causa da ocorrência de reicidivas nesses animais.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>