ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:18.1254-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Imunobiologia</b><p align=justify><strong>INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE PARTOS NA QUALIDADE IMUNOLÓGICA DO COLOSTRO BOVINO</strong></p><p align=justify><b><u>Viviani Gomes </u></b> (<i>Centro Universitário Anhanguera</i>); <b>Karina Medici Madureira </b> (<i>Centro Universitário Anhanguera</i>); <b>Maiara Garcia Blagitz </b> (<i>Universidade de São Paulo</i>); <b>Fernanda Baptistella </b> (<i>Centro Universitário Anhanguera</i>); <b>Alice Maria Melville Paiva Della Libera </b> (<i>Universidade de São Paulo</i>); <b>Fernando José Benesi </b> (<i>Universidade de São Paulo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O colostro bovino é um alimento com capacidade de proteção ao bezerro neonato, garantindo imunidade contra uma série de patógenos. Dentre estes fatores imunológicos, podem-se citar as imunoglobulinas e os leucócitos presentes nesta secreção. O objetivo do presente trabalho foi determinar a influência do número de partos na qualidade imunológica do colostro bovino, através da mensuração da quantidade de imunoglobulinas das classes G, A e M, assim como a avaliação do número de células e tipos leucócitários observados neste alimento. Foram avaliados 53 animais com número de partos diferentes, cujas amostras de colostro foram obtidas imediatamente após o parto, antes da primeira ordenha. Os leucócitos totais presentes no colostro bovino foram determinados através da contagem microscópica direta, e os diferentes tipos de leucócitos foram determinados por citocentrifugação. Os valores das classes G, A e M das imunoglobulinas foram determinadas por imunodifusão radial. Não foram observadas diferenças entre o número de fagócitos totais, mononucleares e polimorfonucleares, conforme o número de partos, assim como os valores relativos de todos os tipos leucocitários presentes no colostro. As IgG e as Imunoglobulinas totais apresentaram maiores valores nos animais com 4 partos e menores valores em animais com 2 e 3 partos (P<0,04). As IgA apresentaram maiores valores nos animais com 4 partos e menor em animais com 1 parto (P<0,003) e não houve diferenças nas dosagens de IgM em relação ao número de partos (P>0,5). Com base nos resultados encontrados, pôde-se concluir que a idade da vaca e número de partos interfere na qualidade imunológica do colostro bovino, pela maior quantidade de imunoglobulinas das classes G e A e em animais com maior número de lactação. No entanto, não foi possível observar diferenças no número e tipo de células, conforme o número de partos, porém não foram avaliadas as funções dos leucócitos do colostro, que não exclui a interferência destas células na qualidade imunológica do mesmo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>