ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1253-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>MOTILIDADE DE ESCHERICHIA COLI ENTEROTOXIGÊNICA MEDIADA POR AUTO-INDUTORES</strong></p><p align=justify><b>Régis T. Sturbelle </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b><u>Rita de Cássia dos Santos da Conceição </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Talita Bandeira Roos </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fábio Pereira Leivas Leite </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC) é a causa infecciosa mais comum de diarréia em suínos. O agente é comensal do intestino delgado e para causar a doença precisa ser capaz de aderir à mucosa (evitando sua eliminação com o trânsito normal do intestino) e de produzir toxinas. O flagelo faz parte do mecanismo sensorial da bactéria que permite ao microrganismo responder a estímulos quimiotáticos ou simplesmente evitar um ambiente desfavorável. A flagelina é a principal proteína constituinte do flagelo. Recentemente, foi demonstrado que o flagelo possui um papel importante na estimulação de células, na expressão e secreção de citocinas pró-inflamatórias através da interação com receptores Toll-like 5 (TLR5). Quorum Sensing é um sistema de sinalização entre as bactérias, os quais produzem substâncias denominadas de auto-indutores (AI). Quando os auto-indutores alcançam uma determinada concentração ocorre uma ativação de fatores transcricionais que acabam regulando a expressão gênica. As catecolaminas (adrenalina e noradrenalina) produzidas pelas células nervosas, que utilizam a via de sinalização do auto-indutor tipo 3 (AI-3) têm um papel significante na expressão gênica bacteriana. Em ETEC, não foram encontrados relatos de expressão gênica envolvidas pelo sistema de Quorum Sensing. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a ação de auto-indutores presentes no meio condicionado e da adrenalina na motilidade de Escherichia coli K88. Meio condicionado foi o meio preparado a partir de um cultivo de Escherichia coli K88 em caldo Minimum Essential Eagle Médium (MEM), centrifugado e filtrado. Um cultivo em BHI a 37oC por 24 horas foi padronizado por espectrofotometria (A600) em DO=1,0. Uma alíquota deste cultivo foi semeada em caldo MEM e incubada em agitador orbital a 37oC por 7 horas, sendo utilizado como inóculo do experimento. Este cultivo foi utilizado no ensaio de motilidade, sendo semeado 1µL nas placas contendo 0,3% de ágar, nos seguintes tratamentos: T1- MEM (controle), T2- MEM + adrenalina 500 µM, T3- MEM + 10% de MEM condicionado, T4- MEM + 50% de MEM condicionado, T5- MEM + 10% de MEM condicionado e 500 µM de adrenalina e T6- MEM + 50% de MEM condicionado e 500 µM de adrenalina. As placas foram incubadas a 37oC e os halos de motilidade foram medidos com 16 horas de cultivo. Nesse estudo observamos que a maior motilidade foi no tratamento que utilizou a adrenalina associada com 50% de meio condicionado, demonstrando que Escherichia coli utiliza moléculas do hospedeiro e moléculas próprias, para potencializar seus fatores de patogenicidade.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>