ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.1250-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA (AIE) EM CAVALOS MARAJOARA NO ARQUIPELAGO DO MARAJÓ  AFUÁ/PA</strong></p><p align=justify><b><u>Silvia Cristina da Silva Pedroso </u></b> (<i>adepara</i>); <b>Sebastiao Tavares Rolim Filho </b> (<i>ufra</i>); <b>Aufredo Rabelo Rosas Netto </b> (<i>emater</i>); <b>Kellen Cristina Ignacio Cardoso </b> (<i>medica veterinaria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Anemia Infecciosa Eqüina (AIE) é considerada a principal doença infecto-contagiosa da equideocultura brasileira. O presente estudo foi realizado no município de Afuá, que pertence a mesorregião do Marajó e a microrregião Furos de Breves. A sede municipal, tem as seguintes coordenadas geográficas: 00º09'24" S e 50º23'15" W. Limita-se ao Norte com o Estado do Amapá e o Município de Chaves, ao Leste com o Município de Chaves, ao Sul com os Municípios de Anajás e Breves e a Oeste com o Estado do Amapá e o Município de Gurupá.Foram selecionados animais criados extensivamente, em uma propriedade de difícil acesso, localizada a seis horas da sede do município. Os animais foram selecionados aleatoriamente, porém todos apresentavam sintomatologia característica da doença. Amostras de sangue foram coletadas de 6 equídeos de um grupo de 28 animais. Sendo que todos eram criados em um mesmo ambiente, o que indica maior probabilidade de contaminação pelo vírus. No momento da colheita foram observadas manifestações clínicas características das infecções pelo vírus da AIE. O material foi transportado sob refrigeração até o laboratório credenciado para a realização do exame (LAPAN), onde após a obtenção do soro por centrifugação, o mesmo foi estocado a  20º C para posterior realização das provas sorológicas. Das seis amostras analisadas todas apresentaram resultados positivos quanto à presença do vírus da AIE, o que representa 100% dos animais testados, porém 21,43% do total de animais da propriedade, indicando que existe a possibilidade de haver um número maior de casos positivos, devido ao manejo dos animais e as condições ambientais. Este resultado demonstra que este agente, apesar dos programas de controle, ainda permanece no rebanho brasileiro, especialmente no ecossistema tropical úmido, que é ecologicamente propício para o desenvolvimento de insetos hematófagos, os quais constituem um fator de grande importância na determinação do grau de endemicidade da doença.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>