ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:22.1249-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Avicultura</b><p align=justify><strong>CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO DE VACINAS RECOMBINANTES PARA O CONTROLE DA ENTERITE NECRÓTICA AVIÁRIA</strong></p><p align=justify><b><u>João Rodrigo Gil de Los Santos </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fabricio Rochedo Conceição </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carlos Gil Turnes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Enterite Necrótica Aviária (ENA) é uma enterotoxemia aguda, causada pelos Clostridium perfringens A e C, cujo controle baseia-se na adição de antibióticos na ração. A restrição dessa prática pelo mercado consumidor, que tornou seu controle o maior desafio para o setor avícola, exigiu a adoção de novas estratégias para o controle, entre elas a imunização. Vacinas recombinantes vêm despertando grande interesse entre pesquisadores e empresas do setor. O objetivo deste trabalho foi elaborar vacinas de toxina &#945; recombinante de C. perfringens (rAT) para controlar a ENA. Foram realizados dois experimentos, no primeiro camundongos Balb-c machos foram vacinados com toxina comercial (sT) e rAT, e desafiados com 10 DL50 de sT aos 49 dias pós-vacinação (pv). Amostras de sangue foram obtidas aos 0, 21, 35 e 49 dias pv, e os níveis de anticorpos avaliados por ELISA usando como antígeno a sT. No segundo experimento, frangos de corte foram vacinados com rAT em diferentes doses e esquemas de vacinação. Amostras de sangue foram obtidas aos 0, 7, 21 e 35 dias pv, e os níveis de anticorpos avaliados por ELISA usando como antígeno a sT. Cada animal foi pesado aos 0 e 35 dias pv, e seu ganho de peso estimado. A rAT foi inócua e protetora contra agressão de toxina &#945; nativa (sT) em camundongos, e imunogênica em frangos de corte, incrementando a produtividade. A rAT demonstrou ser uma alternativa para controlar a ENA. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>