ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:22.1249-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Avicultura</b><p align=justify><strong>UTILIZAÇÃO DE PICHIA PASTORIS COMO PROBIÓTICO EM FRANGOS DE CORTE</strong></p><p align=justify><b>Otavio Brod Storch </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b><u>João Rodrigo Gil de Los Santos </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fabricio Rochedo Conceição </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cristina Gevehr Fernandes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carlos Gil Turnes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este experimento teve o objetivo de avaliar as propriedades probióticas da levedura Pichia pastoris cepa KM71H. Frangas Ross 308 de um dia de idade foram divididas aleatoriamente e alimentadas ad libitum com ração comercial sem antibióticos. Com exceção do grupo 1 (G1), que recebeu ração não suplementada, as rações dos outros grupos foram suplementadas com: grupo 2 (G2), 1x106 CFU g-1 de P. pastoris recombinante; grupo 3 (G3), 1x106 CFU g-1 de P. pastoris; e grupo 4 (G4), 1x106 CFU g-1 Bacillus cereus var. toyoi. Pichia pastoris cepa KM71H foi transformada com o gene da toxina &#945; de Clostridium perfringens A utilizando um amplicon obtido por PCR de uma cepa de C. perfringens A recuperada de um surto de Enterite Necrótica em frangos de corte no Brasil. Os animais foram pesados aos 0, 10, 20, 30 e 49 dias de idade. Foi mesurado o nível de anticorpos anti-toxina &#945; por ELISA utilizando toxina comercial como antígeno. Ao final do experimento os animais foram eutanaziados e submetidos a exames histopatológicos. A eficiência alimentar foi maior nos animais suplementados (G2, 11%; G3, 2.6%; e G4, 7.4%) comparados aos controles. Soroconversões contra toxina comercial ao dia 49 foram: G1, 1.1; G2, 1.3; G3, 1.4; e G4, 1.5, maiores nos frangos suplementados (p<0.05). Não foram detectadas alterações histopatológicas. Os resultados são as médias de três repetições. Nossos resultados sugerem que a P. pastoris cepa KM71H nativa ou recombinante foram inócuas e apresentaram propriedades probióticas em frangos de corte.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>