ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1246-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>PREVALÊNCIA DE HERPESVÍRUS BOVINO 1 E 5 NO RIO GRANDE DO SUL ESTIMADA PELA DETECÇÃO DE DNA VIRAL EM GÂNGLIOS NEURONAIS</strong></p><p align=justify><b><u>Fabrício Souza Campos </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</i>); <b>Franciscus Antonius Maria Rijsewijk </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</i>); <b>Silvia de Oliveira Hubner </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS</i>); <b>Martha Trindade Oliveira </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</i>); <b>Paulo Augusto Esteves </b> (<i>EMBRAPA</i>); <b>Alessandra D avila da Silva </b> (<i>EMBRAPA</i>); <b>Paulo Michel Roehe </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</i>); <b>Ana Cláudia Franco </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os Herpesvírus bovinos 1 (BoHV-1) e 5 (BoHV-5) causam diferentes quadros clínicos em bovinos, incluindo a rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) e a meningoencefalite herpética bovina. Entretanto, a prevalência de BoHV-1 e BoHV-5 em regiões endêmicas é desconhecida devido a falta de um teste capaz de diferenciá-los. O presente trabalho foca a aplicação do teste de reação em cadeia da polimerase (PCR) com oligonucleotídeos que podem amplificar ambos os tipos usando DNA de gânglios trigêmeos de bovinos, um reconhecido sítio de latência viral. Quatrocentos gânglios trigêmeos foram coletados de 200 animais submetidos ao abate em um frigorífico que recebe animais de diferentes regiões do estado do Rio Grande do Sul (Brasil). O DNA total foi extraído desses gânglios. Uma PCR foi desenhada para amplificar uma região homóloga do gene que codifica a glicoproteína C, dando um produto de, aproximadamente, 570 pares de base (pb) para ambos os vírus. O DNA viral foi detectado em 167 (83,1%), sendo 21 (10,4%) negativas e 13 (6,5%) tiveram a amplificação inibida. Mediante a alta prevalência destes herpesvírus bovinos, medidas de controle devem ser tomadas para diminuir a disseminação destes vírus na população de bovinos. Atualmente o trabalho está em progresso para diferenciar entre BoHV-1 e BoHV-5.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>