ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:12.1245-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Biotecnologia</b><p align=justify><strong>EFEITO ADJUVANTE DA PRÓPOLIS MARROM EM VACINA VIVA COM ANTÍGENOS MÚLTIPLOS</strong></p><p align=justify><b>Lilian Ferreira das Neves </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b><u>Paula Fonseca Finger </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Clarissa Fonseca Caetano </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Bianca Sica Siedler </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Lívia Silveira Munhoz </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Camila Oliveira Vilela </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Geferson Fischer </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Gilberto D'ávila Vargas </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Telmo Vidor </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Silvia de Oliveira Hübner </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Os adjuvantes imunológicos são substâncias capazes de induzir ou aumentar as respostas imunológicas inatas e/ou adaptativas. A própolis foi comprovada por alguns pesquisadores como sendo uma substância imunoestimulante por possibilitar um incremento na produção de anticorpos em função do seu potente efeito em diferentes células do sistema imune inato. No entanto, para o seu uso como adjuvante na produção de vacinas, muitas pesquisas ainda devem ser feitas. O objetivo desse trabalho foi avaliar a capacidade imunomoduladora dos extratos aquosos de própolis marrom quando associados com as vacinas vivas com antígenos múltiplos. Camundongos Swiss (Mus musculus) foram vacinados com duas doses de uma vacina comercial polivalente atenuada. Foram testadas três contrações diferentes da vacina com e sem própolis. Trinta dias após a segunda vacinação, foi realizada a coleta de sangue. A titulação de anticorpos contra o parvovírus canino foi realizada pela técnica de ELISA indireto. Os grupos que receberam as concentrações mais altas da vacina (1,5x106 e 3x106 TCDI50) acrescidas de 400 µg de própolis apresentaram incremento significativo na resposta imune humoral quando comparados aos grupos que receberam as mesmas doses da vacina sem própolis. Esse resultado vem confirmar que a própolis marrom possui efeito adjuvante, justificando assim as pesquisas nessa área. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>