ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1240-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PERFIL SÉRICO DAS ATIVIDADES DAS ENZIMAS AST, GGT E ALP E DAS CONCENTRAÇÕES DE URÉIA E CREATININA DE VACAS LEITEIRAS, REPETIDORAS OU NÃO DE CIO, DURANTE A GESTAÇÃO E O PÓS-PARTO PARTO</strong></p><p align=justify><b>Péricles Ricardo Lacerda E Silva </b> (<i>Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"</i>); <b>João Paulo Guimarães da Costa </b> (<i>Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"</i>); <b><u>André Marcos Santana </u></b> (<i>Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"</i>); <b>José Jurandir Fagliari </b> (<i>Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Foram analisadas amostras de soro sanguíneo de 75 fêmeas bovinas do primeiro ao nono mês de gestação (M1 a M9), no dia do parto (M10) e 15 e 30 dias após o parto (M11 e M12). As 75 fêmeas foram distribuídas em 5 grupos: G1: 15 novilhas de primeira gestação prenhes por inseminação artificial (IA); G2: 15 vacas em lactação na segunda gestação prenhes por IA; G3: 15 vacas repetidoras de cio em lactação na segunda gestação prenhes por transferência de embriões (TE); G4: 15 vacas em lactação na terceira gestação prenhes por IA; G5: 15 vacas repetidoras de cio em lactação na terceira gestação prenhes por TE. Foram determinadas as atividades séricas de AST, GGT e ALP e os teores séricos de uréia e creatinina, mediante utilização de conjunto de reagentes comerciais (LABTEST); as leituras das amostras foram realizadas em espectrofotômetro semi-automático LABQUEST, com luz de comprimento de onda apropriado para cada teste. Em todos os grupos a atividade sérica desta enzima foi mais elevada no dia do parto (M10) e 15 e 30 dias após o parto (M11 e M12, respectivamente), devido ao decúbito prolongado dos animais nesses períodos. Os teores séricos de ALP foram maiores em todos os momentos no grupo de novilhas (G1), devido à maior atividade osteoblástica já que esses animais ainda estão em fase de crescimento. A atividade sérica de GGT significativamente menor nos quatro primeiros meses de gestação no grupo de novilhas comparada aos demais grupos são variações fisiológicas que ocorrem em função da idade dos animais. Teores séricos médios de uréia diminuem gradativamente de M1 até M6 nos grupos. Inicialmente os valores mais elevados se devem à maior ingestão de proteína dietética que tende a diminuir à medida que a gestação avança devido à redução no consumo de alimentos. Os teores de creatinina encontram-se menores no início da gestação sendo que uma relação uréia: creatinina menor é compatível com alta ingestão protéica. Na secagem dos animais (M7) e nos momentos seguintes, a concentração de creatinina aumenta atingindo pico de concentração sérica no dia do parto (M10), reduzindo-se em M11 e M12. A elevação pré-parto observada pode estar relacionada à redução da ingestão de alimentos, principalmente de água, devido a distensão uterina, e do estresse térmico, pois os animais nessa fase ficavam alocados em piquetes. O maior afluxo sanguíneo para o útero reduzindo a TFG também parece ser uma causa importante de elevação, uma vez que o teor sérico máximo de creatinina foi encontrado no dia do parto.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>