ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1239-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>HEMOCULTURA E UROCULTURA NO DIAGNÓSTICO DE CANDIDEMIA</strong></p><p align=justify><b><u>Rosema Santin </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Antonella Souza Mattei </b> (<i>UFPel</i>); <b>Ana Paula Neuschrank Albano </b> (<i>UFPel</i>); <b>Anelise Oliveira da Silva Fonseca </b> (<i>UFPel</i>); <b>Melissa Orzechowski Xavier </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Renata Osório de Faria </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Patrícia da Silva Nascente </b> (<i>Autônoma</i>); <b>João Roberto Braga de Mello </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Mário Carlos Araújo Meireles </b> (<i>UFPel</i>); <b>Marlete Brum Cleff </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As infecções por Candida sp. tem tido um aumento significativo, porém, nas fungemias os dados clínicos ou laboratoriais disponíveis não são seguros, para permitir que profissionais da área identifiquem, quais episódios serão característicos de candidiase transitória e quais acarretarão quadros de candidíase disseminada. Segundo o Comitê da EORTC e NIAID, a infecção fúngica invasiva pode ser definida por vários fatores, dentre os fatores clínicos estão a presença de Candida sp. na urina quando na ausência de cateter urinário, e resultados positivos para a levedura em hemoculturas. Considerando a importância de cultura no diagnóstico auxiliar da candidiase invasiva, o estudo objetivou identificar a freqüência de urocultura e hemocultura positiva na candidiase experimental sistêmica. O experimento foi desenvolvido de acordo com as normas estabelecidas pelo COBEA, sendo utilizados 12 ratos Wistar, machos, adultos, submetidos à administração de acetato de hidrocortisona, sete dias antes da inoculação e uma vez por semana durante o experimento. Os animais foram inoculados com 0,1mL de suspensão fúngica contendo 2x106UFC/mL de C. albicans pela veia lateral da cauda e acompanhados por 30 dias, sendo eutanasiados três animais por semana através de anestesia profunda. Na necropsia foi coletado sangue e urina através de punção, sendo realizados cultivos em duplicata em ágar Sabouraud dextrose com cloranfenicol, sendo incubados a 35ºC por 48h. No período experimental, os ratos apresentaram apatia, emagrecimento, nódulos cutâneos e alterações neurológicas. Os achados de necropsia revelaram comprometimento geral dos órgãos, com lesões macroscópicas compatíveis a candidíase sistêmica, sendo que os principais órgãos envolvidos foram rins, fígado e SNC. A cultura da urina apresentou-se positiva em 33%(4/12) das amostras e a do sangue em 25%(3/12), sendo que um animal com candidúria não apresentou hemocultura positiva. A espécie isolada foi C. albicans tanto nos órgãos como urina e sangue. Todos os animais estudados apresentaram envolvimento renal com formação de microabcessos no córtex, porém nem todos apresentaram candidúria, demonstrando a necessidade de várias coletas para a certeza de diagnóstico negativo quando se suspeita de candidíase invasiva. Os resultados demonstram que a utilização de análises seriadas de urina e sangue pode contribuir e acelerar o diagnóstico, a fim de se instituir terapêutica correta que possa beneficiar o paciente.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>