ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1236-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DAS TEMPERATURAS AURICULAR E RETAL EM CÃES</strong></p><p align=justify><b><u>Lucimara Konflanz Bergmann </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Eduardo Negri Mueller </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Êmille Gedoz Guiot </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carla da Silva Canielles </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Juliana Souza da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Mariana Teixeira Tillmann </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Márcia de Oliveira Nobre </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A obtenção de temperatura pela via auricular bastante usado na medicina humana, vem sendo testado na pratica clínica veterinária, como outra alternativa para obtenção da temperatura corporal, devido a sua praticidade e rapidez, A temperatura retal nos caninos é em média 0,6°C superior à temperatura auricular. O objetivo desse trabalho foi avaliar a diferença entre as temperaturas retal e auricular e verificar a interferência do sexo do animal e do tipo de orelha na temperatura do conduto auditivo. Para o estudo foram utilizados 50 cães de ambos os sexos (11 machos e 39 fêmeas), com idade entre três meses e 15 anos, totalizando 100 orelhas avaliadas. Foi realizada classificação da concha acústica pela caracterização morfológica em pendular, semi-ereta e ereta. A temperatura auricular foi subtraída da temperatura retal, obtendo assim a diferença entre ambas. Os valores das diferenças foram distribuídos em quatro escores A,B,C e D), sendo o ultimo ( D), onde compreenderam os resultados acima de 0,7°C, recebeu uma subdivisão em D1, D2 e D3. Nos resultados podemos perceber que 84% dos valores de diferenças analisados encontram-se no escore D. Conclui-se então que a diferença entre as temperaturas auricular e retal é maior que 0,6°C tanto em cães com orelhas pendulares, semi-eretas e eretas. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>