ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1233-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>CORPO ESTRANHO TRAQUEAL EM CÃO - RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>Aline Silva Gouvêa </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Juliana Aguiar </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Marcelo Mucillo </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Rafael Stedile </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Priscila Hiromi Yamazaki </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Paula Cristina Sieczkowski Gonzalez </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Andréa Gonçalves Velasque </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Marcelo Meller Alievi </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Corpos estranhos traqueobrônquicos são incomuns em cães e gatos e ocorrem devido à aspiração de pequenos objetos. Fragmentos de vegetação, bolas de gude, pequenas pedras, dentes, alfinetes já foram relatados. Os sinais clínicos surgem de forma aguda e incluem tosse forçada, seca e paroxística. Podem ser observados também corrimento nasal purulento ou sanguinolento, engasgo e vômito. O diagnóstico pode ser obtido com radiografias dependendo do tipo de objeto, porém em muitos casos o diagnóstico definitivo é firmado através da endoscopia respiratória. A broncoscopia é indicada para remoção de corpos estranhos presentes nas vias aéreas, porém em casos de objetos não recuperáveis devido ao formato, tamanho e localização, indica-se abordagem cirúrgica através de abertura traqueal. O presente trabalho tem por objetivo relatar a ocorrência de corpo estranho traqueal em um canino, macho, poodle, 3 meses de idade atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande Sul (HCV-UFRGS) com histórico de tosse, engasgos e ânsia de vômito que surgiram de forma aguda. O diagnóstico definitivo foi através de traqueoscopia, com o paciente sob anestesia geral. Foi observado na traquéia intratorácica a presença de um corpo estranho (milho de pipoca) o qual tentou-se a remoção por meio de uma pinça endoscópica, porém não obteve-se sucesso com a manobra devido ao tamanho e localização do corpo estranho e dificuldade de apreensão do objeto. Optou-se então, pela abordagem cirúrgica através da traqueotomia. O paciente evoluiu satisfatoriamente após a cirurgia.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>