ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1230-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>EFEITO DE DIFERENTES MÉTODOS DE BIOESTIMULAÇÃO SOBRE O DESEMPENHO PONDERAL E REPRODUTIVO DE NOVILHAS DE CORTE</strong></p><p align=justify><b><u>Leonardo de Melo Menezes </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Cássio Cassal Brauner </b> (<i>UFPel</i>); <b>Marcelo Alves Pimentel </b> (<i>UFPel</i>); <b>Francisco Azambuja Amaral </b> (<i>UFPel</i>); <b>Jean Pierre Martins Machado </b> (<i>UFPel</i>); <b>José Carlos Ferrugem Moraes </b> (<i>Embrapa</i>); <b>Robson Ceretta Figueiredo </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O início da atividade reprodutiva em fêmeas de corte tem grande influência no desempenho do rebanho de cria. O longo período em que as fêmeas são mantidas na propriedade sem produzir eleva os custos de produção de bezerros, bem como atrasa o processo de seleção genética do rebanho. Estudos demonstram que a ocorrência do primeiro cio varia de acordo com a idade, peso (MARTIN et al., 2002), raça, heterose (PATTERSON et al., 1992), época, condição corporal e tamanho da novilha (LYNCH et al., 1997) e bioestimulação (ASSIS et al., 2000). Sobre este último fator, foi demonstrado, por IZARD & VANDERBERG (1982) que novilhas expostas a urina de touro atingiram a puberdade mais precocemente, demonstrando a influência de feromônios encontrados na urina que aceleram o início da puberdade em novilhas de corte. QUADROS & LOBATO (2004) também encontraram resultados positivos quando houve exposição de novilhas a machos vasectomizados, relatando maior número de novilhas cíclicas ao início da estação reprodutiva e maiores índices de prenhez nesta categoria. BURNS & SPITZER (1992) comprovaram que este mesmo tipo de estímulo pode ser realizado utilizando-se vacas androgenizadas, sendo mais uma ferramenta disponível para o uso da bioestimulação. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da bioestimulação por diferentes métodos (rufião macho vasectomizado) e vaca androgenizada sobre a eficiência reprodutiva em novilhas de corte. Foram utilizadas neste trabalho 212 novilhas de corte de dois anos de idade, da raça Aberdeen Angus, criadas extensivamente sobre campo nativo. Foram utilizadas neste trabalho 212 novilhas de corte de dois anos de idade, da raça Aberdeen Angus, criadas extensivamente sobre campo nativo. Os animais foram divididos em três grupos: Um grupo foi denominado rufião, e foi formado por 70 animais, expostos por 60 dias pré-inseminação artificial a machos submetidos à cirurgia de caudectomia epididimária (ROBERSON et al., 1991). O segundo grupo foi formado por 70 animais expostos pelo mesmo período a vacas androgenizadas. Para o tratamento de androgenização das vacas foi utilizado o protocolo proposto por MALDONADO & RIVERA (1996). O terceiro grupo, formado por 72 animais foi denominado grupo testemunha, e não recebeu exposição de tratamentos bioestimulatórios. As variáveis estudadas foram o peso ao início e fim do acasalamento (IA), intervalo entre o início do acasalamento até o cio (em dias) e diagnóstico de gestação, por palpação retal. Na condição estudada, em que as novilhas apresentavam alta condição nutricional e idade de dois anos, verificou-se que não houve efeito (P<0,05) da bioestimulação sobre as variáveis estudadas. Em outros estudos (ASSIS et al., 2000; QUADROS & LOBATO, 2004), em que as novilhas apresentavam uma condição nutricional inferior, o efeito da bioestimulação pôde ser observado. A utilização de machos caudectomizados e vacas androgenizadas não influencia o desempenho ponderal e reprodutivo de novilhas de corte com alta condição nutricional aos dois anos de idade. Nesta mesma condição, não há diferenças entre os tipos de animais utilizados na bioestimulação. O efeito da bioestimulação poderá ser observado em animais em condições nutricionais semelhantes antecipando-se a idade do primeiro acasalamento (18 meses). </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>