ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1226-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PREVALÊNCIA DO USO DA ACUPUNTURA NA DISCOPATIA INTERVERTEBRAL EM CÃES ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Viviane Machado Pinto </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Caroline Marques Lemos </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Karine Gehlen Baja </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Luciana Yumi Tanaka </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Karina Puhl Lopes </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Cristine Dossim Bastos Fischer </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Beatriz Kosachenco </b> (<i>u</i>); <b>Jussara Zani Maia </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A afecção do disco intervertebral é comum em cães e se caracteriza por degeneração (metaplásica condróide e fibróide) ou metamorfose do disco, que pode levar a graus variados de deslocamento discal (protusão ou extrusão), causando pressão sobre a medula espinhal. Os sinais clínicos dependem da localização da lesão. Pode ser evidenciado dor, ataxia, perda propriocepção, paresia ou paralisia. O prognóstico depende da gravidade e duração dos sinais clínicos, paciente apresentando somente dor, o prognóstico é muito bom; se há dor, ligeira ataxia e perda de propriocepção, o prognóstico é bom; se há paresia, o prognóstico é reservado a favorável; já, se há paralisia, controle vesical presente e sensibilidade dolorosa superficial, o prognóstico é reservado; se há paralisia, controle vesical e sensibilidade dolorosa superficial ausentes, o prognóstico passa a ser reservado a grave; assim como no caso de paralisia, sensibilidade dolorosa profunda ausente, com prognóstico grave. O tratamento pode ser conservador ou cirúrgico. O tratamento cirúrgico fica reservado para os casos graves de compressão medular e paralisia. O tratamento clínico é direcionado para a redução do edema da medula espinhal pelo uso de corticóides, repouso e o confinamento nas primeiras duas semanas de tratamento. A acupuntura tem sido utilizada no tratamento das doenças de disco intervertebrais, associada ou não com corticóides, com o intuito de promover analgesia, reabilitação motora e sensorial. Ela elimina os pontos gatilho e assim aboli a dor, o encurtamento e rigidez muscular. Além disso, pode ativar a volta do crescimento de axônios destruídos na medula espinhal e reduzir a inflamação local, edema, vasodilatação ou vasoconstrição e a liberação de histamina ou cinina. Esse trabalho mostra a prevalência dos pacientes acometidos por doença de disco intervertebral e tratados com acupuntura no Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil (HV-ULBRA) durante o período de janeiro de 2007 a março de 2008.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>