ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1223-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ATIVIDADE DE COLINESTERASE SÉRICA COMO FATOR PROGNÓSTICO EM CÃES COM CÂNCER  DADOS PRELIMINARES</strong></p><p align=justify><b>Rosemari Teresinha de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Celeste B.g. Azevedo </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Luciana Oliveira de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Thais M. Becker </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Priscila M. Koller </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Priscila Yamazaki </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Ana Cláudia Toirrucoo </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A colinesterase é uma enzima encontrada de duas formas no organismo. A colinesterase verdadeira é encontrada nos eritrócitos, dendritos, pericárdio e axônios dos neurônios colinérgicos. A colinesterase presente no soro ou plasma é a pseudocolinesterase (PCHE). Foi demonstrada em humanos, a redução da atividade de PCHE em pacientes oncológicos em relação a grupos controle sadios (KHAN et al.,1991; CHOUGULE et al., 2008), assim como, níveis inferiores em pacientes acometidos de tumores de maior malignidade em relação a acometidos com tumores benignos ou menos agressivos (KHAN et al., 1991). Também foi demonstrado em humanos, o aumento da sua atividade quando a terapia instituída é adequada (CHOUGULE et al., 2008), tornando-se assim, um fator prognóstico usual (MALTONI et al., 1997; BESSMEL TSEV et al.,1999; HAMAMOTO et al., 2004). No presente trabalho, foram coletadas, 61 amostras de sangue de cães, atendidos no Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS, apresentando diferentes tipos de tumores malignos e dosadas as PCHE pelo método cinético, usando como substrato a butirilcolina, a fim de traçar um perfil prognóstico. Os valores de referência estão entre 2195 e 4143U/L (Saccaro, 2007). Foi observada uma redução deste valor em 21 casos (34,42%) e 40 casos (65,57%) tiveram os níveis de colinesterase dentro da normalidade em um período de dois meses. O trabalho tem como objetivo instituir a dosagem de colinesterase na rotina da clínica oncológica para fins de estimativa do prognóstico do animal.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>