ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.1222-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>FLORA BACTERIANA DA CAVIDADE ORAL E NASAL DE LOBO-MARINHO-DO-SUL (ARCTOCEPHALUS AUSTRALIS) EM CENTRO DE REABILITAÇÃO</strong></p><p align=justify><b>Roberta Riet Vargas </b> (<i>Laboratório Dr. Vargas</i>); <b><u>Alice Teixeira Meirelles Leite </u></b> (<i>Centro de Recuperação de Animais Marinhos - Museu Oceanográfico, FURG</i>); <b>Ana Paula Neuschrank Albano </b> (<i>Núcleo de Reabilitação da Fauna Silvestre, Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rodolfo Pinho da Silva Filho </b> (<i>Centro de Recuperação de Animais Marinhos - Museu Oceanográfico, FURG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O lobo-marinho-do-Sul (Arctocephalus australis) é um pinípede da família Otariidae que ocorre no litoral sul do Brasil. Os indivíduos enfermos ou feridos são encaminhados ao Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) para reabilitação. O objetivo deste trabalho é identificar a flora bacteriana predominante na cavidade oral e nasal dos lobos-marinhos em reabilitação, de modo a ampliar o entendimento das possíveis causas de morbidade e mortalidade destes indivíduos em centros de reabilitação, bem como minimizar as conseqüências dos acidentes por mordedura envolvendo tratadores e técnicos. Amostras das cavidade oral e nasal de seis exemplares juvenis de lobo-marinho-do-Sul foram colhidas com suabes estéreis. Foram feitos esfregaços do material direto e do crescimento das principais colônias semeadas em Ágar Sangue e Ágar MacConckey. Em todos os indivíduos estudados as amostras de cavidade oral apresentaram, no Ágar MacConckey, crescimento abundante de uma colônia sugestiva de Proteus spp. O resultado das provas bioquímicas também foi compatível com Proteus spp., porém não foi possível obter um diagnóstico definitivo. Nas amostras de cavidade nasal, tanto o exame direto quanto os cultivos em placa revelaram somente raros cocos e diplococos Gram-positivos. Não foi possível relacionar a mortalidade dos indivíduos à flora bacteriana encontrada, uma vez que os isolamentos foram semelhantes para as cavidades oral e nasal de todos os indivíduos estudados. Por fim, as provas bioquímicas utilizadas foram inconclusivas, exigindo o emprego de outras técnicas bioquímicas para a confirmação do agente isolado.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>