ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1219-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DIAGNÓSTICO MICOLÓGICO EM PEQUENOS ANIMAIS NA CIDADE DE PELOTAS-RS E REGIÃO NO PERÍODO DE NOVEMBRO DE 2006 A JULHO DE 2008 </strong></p><p align=justify><b><u>Tatiana de Avila Antunes </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rosema Santin </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Anelise Afonso Martins </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Renata Osório de Faria </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Josiara Mendes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Franklin Vaz da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marlete Brum Cleff </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Antonella Mattei </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Isabel Martins Madrid </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Mário Carlos Araújo Meireles </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As micoses representam um problema crescente na medicina humana principalmente devido às enfermidades imunossupressoras, uso indiscriminado de antibióticos, glicocorticóides ou fármacos indutores de neutropenia, desequilibrios nutricionais e/ou hormonais, assim como, doenças autoimunes e metabólicas, diabetes, endocrinopatias sendo cada vez mais freqüentes os relatos na veterinária. Diante desses pacientes, os fungos vêm se apresentando como patógenos potenciais. Entretanto, em pacientes imunocompetentes, as infecções fúngicas aparecem apenas ocasionalmente. As infecções fúngicas podem ser confundidas com outras enfermidades que cursam com sinais clínicos semelhantes. Dentre as principais micoses diagnosticadas em pequenos animais destacam-se a Malasseziose, Candidíase, Criptococose, Aspergilose, Esporotricose e Dermatofitose, estas duas últimas consideradas importantes zoonoses. O objetivo deste trabalho foi documentar o número de amostras recebidas e os diagnósticos realizados, em cães e gatos, pelo setor de micologia (LDI-FAVET-UFPel) no período de novembro de 2006 a julho de 2008. Após receber as amostras como pêlos, crostas, tecidos e secreções foram realizados exame direto para verificar a presença de estruturas fúngicas de parasitismo conforme o tipo de material colhido das lesões, utilizando hidróxido de potássio (KOH) 10%, ou esfregaço com coloração simples com cristal violeta ou Tinta da China e isolamento fúngico através do cultivo em placas de Petri, contendo meio ágar Sabouraud dextrose acrescido de cloranfenicol, Sabouraud dextrose acrescido de cloranfenicol e cicloheximida, ou outros meios específicos de acordo com a suspeita clínica. A incubação foi realizada a 25°C e/ou 37°C, por um período de até três semanas com observação diária, posteriormente sendo realizada a avaliação macro e micromorfológicas das colônias fúngicas. Neste período foram recebidas 616 amostras, dentre as quais 87,18% (n=537) foram de caninos, 12,34% (n=76) de felinos e 0,48% (n=3) de animais silvestres. As amostras positivas representaram 36,69% (226/616) do total de material enviado, sendo a malasseziose a micose de maior ocorrência. A malasseziose ótica correspondeu a 75,66% (171/226) das amostras positivas para a enfermidade, 4,43% (10/226) a malasseziose cutânea e 0,44% (1/226) a malasseziose ocular. Em seguida as micoses diagnosticadas foram respectivamente a dermatofitose com 8,41% (19/226), esporotricose com 5,31% (12/226), candidíase com 4,43% (10/226) sendo n=6 cutânea e n=4 ótica, aspergilose com 0,44% (1/226) e crescimento de Cryptococcus albidus em 0,44% (1/226) e Rhodotorula sp. em 0,44% (1/226). A realização de exames laboratoriais é importante no estabelecimento do diagnóstico definitivo para auxiliar na escolha da conduta terapêutica adequada, além de ressaltar a necessidade do diagnóstico diferencial com as dermatopatias causadas por outros microrganismos, distúrbios endócrinos, neoplásicos e outros. Além disso, a infecção fúngica pode estar sinalizando problemas de base ou de estado de imunossupressão do animal. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>