ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.1214-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS HABILITADOS NO ESTADO DO MARANHÃO QUANTO O CONTROLE DA BRUCELOSE BOVINA </strong></p><p align=justify><b>Roberto Carlos Negreiros Arruda </b> (<i>DFA-MA</i>); <b>José Claudio Araújo Ferreira </b> (<i>DFA-MA</i>); <b><u>Hamilton Pereira Santos </u></b> (<i>UEMA</i>); <b>Helder de Moraes Pereira </b> (<i>UEMA</i>); <b>Sonizete Silva Santana </b> (<i>AGED-MA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Foram inquiridos médicos veterinários habilitados no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal no estado do Maranhão, sobre sua atuação em focos de brucelose bovina. A análise dos resultados permitiu observar que os sinais clínicos observados nas visitas a focos foram retenção de placenta (87,5%), aborto (75%), nascimento de animais debilitados (62,5%), infertilidade (37,5%), metrite (25%), porém, repetição de cio, mastite e diminuição da libido foram menos observados nas respostas dos entrevistados (12,5%), já em se tratando de ausência de observação a campo foi atrofia de um testículo, atrofia de dois testículos, febre, orquite, epididimite, bursites cervical ou de nuca, artrite, sinais neurológicos e baixa na produção de leite. Os médicos vetrinários estão acima de 36 anos, foram habilitados a aprtir de 2004, aptos para realizar os exames de rotina. As propriedades com problemas têm acima de 100 ha e 101 cabeças, sendo que as vacas acima de 7 anos foram as grandes responsáveis pelas chamadas aos atendimentos. É preocupante saber que 75% dos bovinos reagentes são sacrificados ou abatidos com comprovação oficial. A vacinação verificou-se que 50% dos proprietários não vacinam o que em 3 a 4 anos poderiam está protegida, assim como, há consumo de leite in natura (mugido). há uma capilaridade de distribuição de vacina no estado, existe deficiencia de energia elétrica e a emissão de receita não têm um controle específico. Concluimos que um dos pontos principais do Programa da Brucelose no País é a vacinação e o controle oficial deve ser implementado em nosso estado, assim como, estimular a certificação e/ou monitoramento de propriedades no estado. Os treinamentos e as parcerias do serviço público (Agricultura) no estado tem apresentados resultados positivos ao serviço de defesa e a comunidade em todo o estado deve ser alertada desta zoonose através de palestras, uso de rádio, jornal, folhetos, folders, serviço de som, faixas, ou qualquer material que proporcione entedimento. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>