ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1207-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PROGRAMA DO NOVILHO PRECOCE NO MATO GROSSO DO SUL - USO DE CONFINAMENTO, CATEGORIAS E NÚMEROS DE ANIMAIS CONFINADOS NAS PROPRIEDADES CADASTRADAS</strong></p><p align=justify><b><u>Davi Jose Bungenstab </u></b> (<i>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul</i>); <b>Elias Jose Bungenstab </b> (<i>Auburn University</i>); <b>Anderson Faquin </b> (<i>Universidade Católica Dom Bosco</i>); <b>Natalia da Silva Sunada </b> (<i>Universidade Católica Dom Bosco</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Um dos mecanismos importantes para a melhoria nos sistemas de produção de gado de corte no Mato Grosso do Sul, foi a criação do Programa Estadual do Novilho Precoce, em 1993, concedendo incentivos fiscais aos produtores para se produzir animais mais jovens. Atualmente, para que se possa aperfeiçoar os critérios técnicos de avaliação e concessão de incentivos para as propriedades, é fundamental que o programa seja novamente avaliado. O estudo foi baseado na análise das informações constantes em questionários com informações prestadas pelos produtores, que são parte da base de dados da coordenação do Programa do Novilho Precoce, ligada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul (SEPROTUR). O objetivo deste trabalho foi analisar o manejo alimentar dos rebanhos, especialmente relacionado com a utilização de confinamento, para quais categorias ele é feito e os tipos de alimentos utilizados nas propriedades cadastradas no Programa do Novilho Precoce no Mato Grosso do Sul. Os resultados mostraram que ainda é muito pequeno o número de propriedades que fazem confinamento para alimentar seus animais e que essa proporção é muito pequena em relação ao universo de propriedades cadastradas no Programa. Nas microrregiões onde se utiliza mais a técnica, essas propriedades não representam mais que 20% do total. Quanto às categorias e o número de animais confinados nas microrregiões e nas propriedades individualmente, os números médios de animais confinados por propriedade não são altos. Pode-se notar também que existe uma fortíssima tendência de se confinarem bois de terminação. Conclui-se que o uso de confinamento entre as propriedades cadastradas no Programa não apresenta números muito diferentes dos observados para o uso da tecnologia em geral para o Centro-oeste brasileiro. Por ser um investimento de alto risco, essa não é uma tecnologia adotada comumente, mas mesmo assim a produção de novilhos precoces no estado apresenta resultados positivos no geral. Palavras-chave: Bovinos de corte, novilho precoce, sistemas de produção, confinamento </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>