ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:12.1203-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Biotecnologia</b><p align=justify><strong>ESTUDO DA POTENCIALIZAÇÃO DOS EFEITOS ANTIMICROBIANO E CICATRIZANTE DO MUCO DE ESCARGOTS ACHATINA FULICA, ATRAVÉS DA ADIÇÃO DE PRÓPOLIS EM SUA DIETA BASE</strong></p><p align=justify><b><u>Michele Ribeiro da Silva </u></b> (<i>Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo</i>); <b>Maria de Fátima Martins </b> (<i>Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo</i>); <b>Juliana de Vazzi Pinheiro </b> (<i>Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os escargots da espécie Achatina fulica são caracóis africanos comestíveis e para essa finalidade foram introduzidos no Brasil em 1988 para substituir o escargot europeu Helix sp. (SOUZA, 2006). Contudo, o hábito alimentar conservador da população brasileira ocasionou prejuízos aos criadores de escargots no Brasil, desencadeando uma soltura irresponsável e anti-ética desses moluscos no meio ambiente, o que proporciona uma associação direta dos caracóis à impactos ambientais, sendo objeto de estudos e pesquisas correlatas. Autores como Martins, et al. (2003), Sírio, et al. (2005) e Lorenzi, et al. (2006) descreveram efeitos benéficos, antimicrobianos e cicatrizantes do muco extraído de caracóis Achatina sp, e a potencialização destes efeitos a partir do acréscimo de plantas medicinais à dieta base de escargots, constatando a capacidade de retenção no organismo dos escargots as propriedades de alimentos por eles ingeridos. As atividades antimicrobiana e cicatrizante também são conhecidas na utilização da própolis produzida por abelhas da espécie Apis mellifera. Partindo dessas premissas, a adição de extrato de própolis na composição da dieta base oferecida para escargots possibilitará avaliar um possível efeito sinérgico desses dois zooterápicos (muco e própolis), nas atividades antimicrobianas e cicatrizantes, comparando ainda, os resultados obtidos através da aplicação deste muco em lesões cirurgicamente induzidas em animais de laboratório e ou cultivo celular. O enfoque farmacológico associado às propriedades cicatrizantes deste molusco, amplia o campo de atuação da zooterapia, pois se traduz na capacidade de exploração da diversidade biológica dos moluscos da espécie Achatina fulica que foram jogados de forma desordenada no meio ambiente e que em condições de controle no laboratório podem vir a contribuir para o desenvolvimento de um biofármaco com capacidade cicatrizante e antimicrobiana, e que será empregado na forma de gel e ou pomada, e ainda resultar em uma possível patente, através do indicativo de sua importância terapêutica para o reparo tecidual de lesões veterinárias e humanas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>