ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1198-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>LINFOMA CUTÂNEO CANINO-RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b>José Eugenio Diniz Bastos </b> (<i>UFU</i>); <b>Matias Pablo Juan Szabo </b> (<i>UFU</i>); <b><u>Jacqueline Ribeiro de Castro </u></b> (<i>UFU</i>); <b>Michelle Cesarino </b> (<i>UFU</i>); <b>Diego Fernando de Ávila </b> (<i>UFU</i>); <b>Cecilia Gomes Rodrigues </b> (<i>UFU</i>); <b>Taís Dias </b> (<i>UFU</i>); <b>Carla Cristiane Fernandes </b> (<i>UFU</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO Os linfomas cutâneos são neoplasias malignas que representam de 3 a 8% dos linfomas que acometem os cães (MACHICOTE, GONZÁLES; 2008). As proliferações linfocíticas cutâneas em cães e gatos são mediadas em sua maioria por linfócitos T, sendo raras as compostas por linfócitos B. Acomete principalmente cães idosos, das raças Cocker Spaniel, Boxer, Bulldog Inglês e Golden Retriver (RODIGHERI et al., 2007) Moreno e Bracarense, 2006, afirmam que o principal tumor hematopoiético no cão é o linfoma, sendo este uma neoplasia de origem linfóide. A Organização Mundial de Saúde o classifica em linfoma multicêntrico, alimentar, cutâneo, mediastínico ou extranodal, de acordo com suas características anatômicas . O linfoma pode ter apresentação localizada ou generalizada, podendo envolvendo também a mucosa oral, fígado, baço, linfonodos e medula óssea. Objetivou-se relatar um caso de Linfoma Cutâneo em um cão abordando os principais aspectos clínicos. Segundo Cardoso et al., 2004, a manisfestação clínica comumente observada no linfoma canino é a linfoadenopatia generalizada, seguida de apatia e perda de peso, além da hiporexia. Desta forma notou-se que os sinais clínicos desta neoplasia são inespecíficos e variados. Vários protocolos são indicados sendo que a maioria utiliza combinações dos seguintes fármacos: vincristina, ciclofosfamida, doxorrubicina, prednisona e L-asparginase (MORENO.; BRACARENSE, 2006). RELATO DE CASO Um cão de 6 anos, da raça teckel, foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia, com histórico de múltiplos nódulos por todo corpo que cresciam rapidamente, de aspecto eritematoso, superfície descamativa e com área alopécica . O animal vivia em ambiente domiciliar, se alimentava de comida caseira e apresentava diarréia aquosa, fétida e escura. Os parâmetros vitais dentro da normalidade para a espécie (TºC=38,3; FC= 140 bpm; FR=28mpm). Ao exame físico, observaram-se nódulos circunscritos, de consistência firme, de superfície plana, limitando ao subcutâneo, distribuídos por todo corpo do animal e variavam entre 2 a 10 cm de diâmetro, sendo que alguns já se encontravam ulcerados. Foram detectadas linfoadenomegalia, hiporexia e debilidade orgânica geral. Solicitou-se hemograma completo com pesquisa de hemoparasitas sem alterações significativas. Foi realizada a punção aspirativa com agulha fina (PAAF) para exame citopatológico, o qual revelou presença de inúmeros linfoblastos,confirmando-se assim o diagnóstico de Linfoma cutâneo. Após confirmação do caso, o proprietário optou pela eutanásia do animal frente à possibilidade de uma poliquimioterapia e suas possíveis complicações, além da neoplasia já se encontrar em estadiamento avançado, sendo observada em extensa área corpórea e da debilidade geral do paciente. REFERÊNCIAS CARDOSO, M. J. L.; MACHADO, L. H. A.; MOUTINHO, F. Q.; PADOVANI, C. R. Sinais clínicos do linfoma canino. Archives of Veterinary Science. V. 9, n.2, p. 19-24, 2004. MACHICOTE, G.; GONZÁLES, J. L. Linfoma cutâneo. Clinica Veterinária de pequeños animales, v. 28, n.1, p. 31-37, 2008. MORENO, K.; BRACARENSE, A. P. F. R. L. Linfoma canino: Revisão. Clínica Veterinária. n. 62, p. 56, 2006. RODIGHERI, S. M.; FARIAS, M. R.; WERNER, J.; MACEDO, T. R.; OSTROWSKI, M. A. B. Síndrome de Sézary em cadela. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. Belo Horizonte, v. 59, n.5, p.1330-1332, 2007. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>