ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1192-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>COMPORTAMENTO DIÁRIO DE VACAS MESTIÇAS (GIR X HOLANDESA) PARIDAS E COM DERMATITE DIGITAL MANEJADAS EXTENSIVAMENTE (RESULTADOS PARCIAIS)</strong></p><p align=justify><b>Luiz Antonio Franco da Silva </b> (<i>UFG</i>); <b><u>Daniel Silva Gourlart </u></b> (<i>UFG</i>); <b>Camila Franca de Paula Orlando </b> (<i>UFG</i>); <b>Barbara Paula Santos Batista </b> (<i>UFG</i>); <b>Maísa Matias Barbosa </b> (<i>UFG</i>); <b>Silvia Letícia Monteiro Junqueira </b> (<i>UFG</i>); <b>Duvaldo Eurides </b> (<i>UFU</i>); <b>Maria Ivete Moura </b> (<i>UFG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As doenças podais têm influência direta no bem-estar dos bovinos, alterando aspectos comportamentais. Portanto, o objetivo desse trabalho foi avaliar o comportamento diário de fêmeas bovinas mestiças (Gir x Holandesa), portadoras de dermatite digital, manejadas extensivamente. O estudo se desenvolveu em uma propriedade rural no município de Quirinópolis- GO, em julho de 2008. Foram utilizados 24 animais em lactação, identificadas lateralmente, com tinta plástica de cor amarela. Do total de animais 12 apresentavam lesões de dermatite digital (grupo GI), na fase avançada da doença e 12 fêmeas eram saudáveis (grupo GII). As observações foram realizadas durante dois dias, entre as 7h e 17 horas, perfazendo 10 horas diárias, com intervalos de 15 minutos. Nas avaliações incluíam: freqüência de pastejo (FP), freqüência de ruminação em posição quadrupedal (RPQ), freqüência de ruminação em decúbito (RD), freqüência de ingestão de água (FIA), freqüência em ócio na posição quadrupedal (OPQ) e freqüência em ócio em decúbito (OD). A FP, RPQ, FIA e OPQ, mostraram-se superior nos animais do GII em relação ao GI, devido ao fato dos animais com enfermidades digitais possuírem maior dificuldade de locomoção, ocasionando baixa ingestão de água, baixa ingestão de alimento e por conseqüência, baixa freqüência de ruminação. O parâmetro RD e OD foram superiores em GI, pois, possivelmente os animais mantiveram-se em decúbito na tentativa de aliviar a dor nos dígitos afetados. Conclui-se que a dermatite digital influencia no comportamento de vacas mestiças, criadas em sistema extensivo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>