ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1191-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>MASTOCITOMA CANINO  ESTUDO RETROSPECTIVO (AGOSTO DE 2006 A AGOSTO DE 2008) DOS EXAMES POR CITOLOGIA ASPIRATIVA POR AGULHA FINA E RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Danieli Brolo Martins </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Luciele Varaschini Teixeira </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Raqueli Terezinha França </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Sonia Terezinha dos Anjos Lopes </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Ana Paula Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Larissa Berté </b> (<i>Médica veterinária autônoma</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A citologia por aspirado de agulha fina (CAAF) é provavelmente o método mais simples para o diagnóstico do mastocitoma canino, fornecendo um diagnóstico acurado. Este trabalho teve por objetivo fazer um breve estudo retrospectivo de dois anos dos cães atendidos pela rotina do laboratório clínico, diagnosticados com mastocitoma pela CAAF do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria (HVU  UFSM). Um destes pacientes foi escolhido para ser relatado por traduzir o comportamento biológico do mastocitoma, que pode ter um surgimento aparentemente benigno, mas que se torna progressivamente maligno. A ilustração deste caso clínico auxilia na melhor entendimento da doença neoplásica. Para o estudo retrospectivo utilizaram-se os arquivos dos laudos de CAAF emitidos pelo laboratório clínico no período de 2 anos (agosto de 2006 a agosto de 2008). Do total de exames, compatíveis com mastocitoma, foram retiradas informações como idade, raça e sexo. O parâmetro idade foi classificado em jovem (1 mês a 1 ano e 5 meses), adulto (1 ano e 6 meses a 7 anos) e geriátrico (acima de 7 anos). O caso clínico relatado foi acompanhado durante a rotina clínica do HVU/UFSM e exames tais como CAAF, hemograma e perfil bioquímico foram solicitados. Foram atendidos 20 cães no HVU/UFSM durante o período do estudo, onde a CAAF foi solicitada e indicou a presença de tumor de mastócitos. Nenhum dos animais estava entre a faixa etária considerada jovem, sete animais (35%) eram adultos e 13 geriátricos (65%). Destes, o animal de menor idade possuía dois anos, enquanto que o mais velho tinha 16 anos. Neste estudo, os machos foram um pouco mais acometidos que as fêmeas, perfazendo um total de 60%. No padrão racial, os animais de raça foram a maioria, perfazendo 75% dos casos atendidos. Os cães da raça Boxer foram os mais representativos, somando cinco casos. Entretanto, os cães sem raça definida (SRD) também tiveram cinco laudos positivos para a doença. O caso clínico relatado traz informações relevantes sobre o uso da CAAF para o diagnóstico do mastocitoma. O estudo citológico foi uma ferramenta essencial para a escolha do tratamento instituído, uma vez visualizados os mastócitos neoplásicos no esfregaço do material puncionado. A escolha deste exame sempre proporciona um rápido diagnóstico, sem riscos de vida e, por ser pouco invasivo, não causa disseminação das células tumorais em outros pontos do corpo do animal. Deste modo, pode concluir que o mastocitoma constituí-se em uma das doenças neoplásicas mais comuns na rotina clínica do HVU/UFSM. Os cães boxer acima de 7 anos de idade foram os mais freqüentemente acometidos. A CAAF tem grande importância na rotina clínica, principalmente na área oncológica, diagnosticando de forma fácil e rápida diversas neoplasias, tais como o mastocitoma. É um método de diagnóstico barato e pouco invasivo, auxiliando o clínico veterinário na escolha do melhor tratamento a ser instituído. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>