ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:17.1191-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Toxicologia</b><p align=justify><strong>PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA DE RATOS TRATADOS COM SULFATO DE VINCRISTINA E DECANOATO DE NANDROLONA</strong></p><p align=justify><b><u>Danieli Brolo Martins </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Sonia Terezinha dos Anjos Lopes </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Cinthia Melazzo Mazzanti </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Roselia Spanevello </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Maria Rosa C. Schetinger </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Vera Morsch </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Roberta Schmatz </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Maísa Corrêa </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Naiara Stefanello </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Débora Cristina Olsson </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A quimioterapia é uma das ferramentas mais importantes para o médico veterinário tratar as doenças neoplásicas. O sulfato de vincristina é um agente anti-tumoral bastante usado na clínica médica de pequenos animais, porém pode causar diversos efeitos colaterais como citotoxicidade medular e neuronal. Atualmente, o decanoato de nandrolona tem sido usado em associação a este medicamento para amenizar alguns de seus efeitos, como a mielossupressão moderada. Este estudo objetivou verificar a peroxidação lipídica do encéfalo (estriado, hipocampo, cerebelo e córtex) e do soro de ratos normais, tratados com sulfato de vincristina e diferentes doses de decanoato de nandrolona. Para isso, utilizou-se 30 ratos Wistar, dividos em 6 grupos, com 5 animais em cada. Os tratamentos foram aplicados uma vez por semana, durante duas semanas. A colheita das amostras ocorreu na terceira semana. Durante a primeira semana aplicou-se nos grupos: G1 (controle)  solução fisiológica (SF), G2  sulfato de vincristina (4 mg m2), G3  SF, G4  SF, G5  sulfato de vincristina (4 mg m2) e G6- sulfato de vincristina (4 mg m2). Na segunda semana foi aplicado: G1 (controle)  SF novamente, G2  SF, G3  decanoato de nandrolona (1,8mg kg-1), G4  decanoato de nandrolona (10,0mg kg-1), G5  decanoato de nandrolona (1,8mg kg-1) e G6 - decanoato de nandrolona (10,0 mg kg-1). Os resultados obtidos demonstraram que a peroxidação lipídica aumentou devido ao uso isolado da vincristina e também do decanoato de nandrolona, e na associação do quimioterápico com a sobredose usada do éster. A dose terapêutica do decanoato de nandrolona utilizada (1,8mg kg-1) é capaz de neutralizar a produção de radicais livres induzida pela vincristina tanto no cérebro quanto no soro sangüíneo. O valor TBA-RS do soro apresentado nesta pesquisa são fidedignos àqueles exibidos pelo tecido encefálico. Diante destes dados, pode-se concluir que a dosagem utilizada de vincristina foi suficiente para a produção de radicais livres no tecido encefálico, o que pode acarretar em morte de células saudáveis. Entretanto, sugere-se que a presença da peroxidação lipídica também auxilie o medicamento na indução de apoptose da célula tumoral, já que esta reação diminui a viabilidade celular. A associação da dose terapêutica do DN com a vincristina não apresenta níveis significativos de radicais livres em nenhuma das estruturas estudadas. Logo, sugere-se que esta combinação seja benéfica, pois ao impedir a presença da peroxidação lipídica evita os possíveis efeitos desta reação no organismo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>