ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.1190-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>POSIÇÃO DO ÚTERO E CALIBRE DA ARTÉRIA UTERINA NO PUERPÉRIO EM VACAS GIR LEITEIRO RELACIONADAS COM METRITES E ANESTRO</strong></p><p align=justify><b>Jorge Patrício González Sánchez </b> (<i>EPAMIG</i>); <b>Duvaldo Eurides </b> (<i>UFU</i>); <b>Luiz Antônio Franco da Silva </b> (<i>UFG</i>); <b>Maria Clorinda Soares Fioravanti </b> (<i>UFG</i>); <b>Luiz Augusto de Souza </b> (<i>UFU</i>); <b><u>Jalily Bady Helou </u></b> (<i>UFG</i>); <b>Benito Juarez Nunes Alves de Oliveira </b> (<i>UFU</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Infecções genitais podem ser diagnosticadas no puerpério observando o período de retenção dos anexos fetais, contrações e tônus uterino (RAO & RAO, 1980). Como também o diâmetro do corno uterino pré-gestante em relação ao diâmetro cervical, diâmetro, consistência, disposição e localização da cérvix (OLTENACU et al., 1983).Segundo KINDAHAL et al. (1984), há correlação positiva entre o período de involução uterina e o intervalo entre o parto e a primeira ovulação, quando a duração do primeiro ciclo estral pós-parto é normal. BUCH et al. (1955) relataram que a correlação entre o tempo de involução uterina e o intervalo entre o parto e o primeiro cio foi significativa.Foram avaliadas em 182 vacas Gir leiteiro as modificações de posição do útero e do diâmetro das artérias uterinas, direita e esquerda durante a fase puerperal. Identificou-se nas pluríparas e com metrites períodos mais longos de permanência do útero na cavidade abdominal. Verificou-se tendência de aumento do intervalo parto e o primeiro cio, em fêmeas que apresentaram redução rápida no diâmetro da artéria uterina e/ou do tempo de retorno do útero à cavidade pélvica, do 14o ao 34o dia pós-parto. As fêmeas com o útero em posição abdominal não contornável à palpação retal, e a artéria uterina com diâmetros &#61619; 7mm, do 14o ao 20o dia pós-parto, apresentavam problemas sanitários. As modificações descritas contribuem para avaliação clínica de vacas recém paridas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>