ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:22.1188-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Avicultura</b><p align=justify><strong>DERMATITE EM AVESTRUZ CAUSADA POR ESCHERICHIA COLI</strong></p><p align=justify><b><u>Benito Guimaraes de Brito </u></b> (<i>IPVDF</i>); <b>Kelly Cristina Tagliari de Brito </b> (<i>IPVDF</i>); <b>Aline Ranucci Pinheiro </b> (<i>Laboratório Ecolvet</i>); <b>Marisa Emiko Kawaichi </b> (<i>Laboratório Ecolvet</i>); <b>Fátima Regina Ferreira Jaenisch </b> (<i>Embrapa Suínos e Aves</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A dermatite necrótica também denominada de celulite é a inflamação supurativa, aguda e difusa que afeta os tecidos subcutâneos, algumas vezes atinge o tecido muscular, sendo freqüentemente associada com a formação de abscessos. Esta patologia é freqüente nas criações comerciais de frangos de corte. O objetivo deste trabalho foi relatar a ocorrência de celulite em avestruzes, avaliar a etiologia de lesão de dermatite e verificar a sensibilidade do agente etiológico aos diversos antimicrobianos. O exame bacteriológico foi realizado com o auxílio de um suabe estéril coletando material do tecido subcutâneo no local da lesão da pele, e também foram realizadas culturas de fígado, baço, coração, pulmão e rim. Posteriormente os suabes foram semeados em ágar sangue e ágar Mac Conkey, cultivados durante 18 horas a 37ºC. As colônias foram identificadas presuntivamente pelas características morfológicas e tintoriais e realizada a identificação bioquímica. Foi realizado o isolamento de E. coli da lesão de celulite. A amostra de E. coli isolada foi sensível a diversos antimicrobianos, cloranfenicol, sulfonamidas, sulfazotrim, neomicina e gentamicina. E a bactéria testada foi resistente aos seguintes princípios ativos: ácido nalidíxico, norfloxacina, ciprofloxacina, nitrofurantoína, tetraciclina e enrofloxacina. As lesões histopatológicas evidenciaram processo inflamatório constituído principalmente por heterófilos na região da hipoderme atingindo a região muscular. Na epiderme, foi verificada a presença de grumos bacterianos e infiltrado inflamatório confirmando a patologia. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>