ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1174-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>QUANTIFICAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE BACTÉRIAS MESÓFILAS E BOLORES EM ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS ALIMENTÍCIOS DE ORIGEM ANIMAL NA CIDADE DE MOSSORÓ  RN </strong></p><p align=justify><b>Renato Otaviano do Rego </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Mychel Raony Paiva Teixeira Morais </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Ferdinando Vinicius Fernandes Bezerra </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Rafael de Oliveira Picado </b> (<i>UFERSA</i>); <b><u>Anaemilia das Neves Diniz </u></b> (<i>UFERSA</i>); <b>Sodre Rocha de Castro </b> (<i>PMM</i>); <b>Rosane Maria Moura Lima </b> (<i>PMM</i>); <b>Francisco Marlon Carneiro Feijo </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Cristtyan Gleiton V. de Souza </b> (<i>UFERSA</i>); <b>Nilza Dutra Alves </b> (<i>UFERSA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Foram realizadas 10 coletas, das mãos de manipuladores e de bancadas de estabelecimentos que comercializavam produtos de origem animal na cidade de Mossoró/RN, com a finalidade de quantificar bactérias mesófilas e bolores, além da identificação de bactérias. As amostras foram encaminhadas para o laboratório de microbiologia veterinária da Universidade Federal Rural do Semi-Árido para as análises microbiológicas. Foi realizado a transferência de cada amostra para tubos de ensaio contendo 10 mL água destilada estéril, e posterior diluição até a concentração 10-5. Em seguida, foi retirado 1 mL de cada concentração e semeado em Ágar Muller Hinton e Agar Batata Dextrose, respectivamente para a contagem de bactérias e bolores, observando o limite de quantificação entre 30 e 300 colônias. A identificação das bactérias foi realizada através da citologia, utilizando a coloração de Gram, caracterização macroscópica das colônias, provas bioquímica, como catalase, coagulase, prova oxidação-fermentação, motilidade, fermentação de glicose, maltose, sacarose, lactose, xilose, manitol e descarboxilação de arginina e lisina, fomação de esporos. Com a metodologia empregada, foi obtido os seguintes resultados: 3,47 x 10³ ufc/mL de bactérias em mãos; 2,69x 10³ ufc/mL de bactérias em bancadas; 0,69 x 10³ ufc/mL de bolores nas mãos e 0,12 x 10³ ufc/mL de bolores nas bancadas. O microrganismo mais freqüente observado foi Staphylococcus aureus.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>