ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:19.1168-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Fitoterapia</b><p align=justify><strong>ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS DE FOLHAS DE GOIABEIRA, ARAÇAZEIRO E PITANGUEIRA</strong></p><p align=justify><b><u>Luciana de Souza Prestes </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marta Elaine Bastos Oyarzabal </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carla Hartwig </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Helen Silveira Coimbra </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fernanda Voigt Mota </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luiz Filipe Damé Schuch </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Mario Carlos Araujo Meireles </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O uso de plantas medicinais no alívio de sintomas e cura de doenças é relatado desde os primórdios da humanidade e posteriormente nos animais. A comprovação científica das propriedades curativas das plantas medicinais deve basear-se no seu uso popular direcionando as pesquisas. Em vista disto, foram realizados testes in vitro de extratos de plantas da família Myrtaceae frente a microrganismos que causam diarréia comparando aqueles produzidos a partir de folhas secas e folhas frescas. Os extratos hidralcoólicos de folhas de araçazeiro, pitangueira e goiabeira colhidas no inverno foram preparados através pelo processo de maceração, filtrados, o solvente extraído em evaporador rotativo e testes de diluição em microplaca foram realizados confrontando-se diluições sucessivas dos extratos e as bactérias Escherichia coli (ATCC 8739), Staphylococcus aureus (ATCC 12600) e Salmonella typhimurium (ATCC 14028) na concentração de 106 UFC/ml. Foram incubados a 37°C, por 24 horas e a Concentração Bactericida Mínima calculada através da maior diluição em que não foi possível recuperar o microrganismo em repique em agar BHI. . A CBM do extrato das folhas secas de goiabeira frente ao S. aureus foi de 7,4%, de 21% frente a S. typhimurium e de 29,7% frente a E. coli,. Os resultados do extrato das folhas frescas de goiabeira foram de 14,9% frente ao S. aureus, 25% frente a S. typhimurium e 42% para a E. coli. Os extratos de pitangueira fresca e seca respectivamente apresentaram os seguintes resultados: S. aureus 12,5% e 25%, S. typhimurium 84,1% e 50% e E. coli a planta fresca não teve atividade bactericida e a fresca atuou na concentração de 50%. Os resultados das folhas de araçazeiro frente ao S. aureus foram de 6,3% da planta seca e 12% da planta fresca. Frente a S. typhimurium foi de 50% tanto da planta fresca quanto da planta seca e em relação a E. coli foi de 59,5% da planta seca e com a planta fresca não houve atividade bactericida. Todos os extratos tiveram ação bactericida para algum dos microrganismos testados, em concentrações diferentes. Para goiaba e araçá, os resultados com a planta seca apresentaram se apresentaram superiores comparados com a planta fresca (p<0,05), enquanto que para pitanga não houve diferença estatística, embora para as bactérias Gram negativas o extrato fresco apresentou efeito biológico superior. Isto provavelmente se deve pelo o teor de água ser menor nas folhas secas proporcionando a concentração dos constituintes ativos. Com relação a pitanga, provavelmente, o processo de secagem determina perda de constituintes ativos por serem voláteis ou metabolização durante a secagem.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>