ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.1156-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>TAXA DE ESTRO DE OVELHAS CRUZA EM TRES ÉPOCAS DIFERENCIADAS DE ACASALAMENTO</strong></p><p align=justify><b><u>Jaqueline Schneider Lemes </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Clóvis José Cardoso Ávila </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Maria Teresa Moreira Osório </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>José Carlos da Silveira Osório </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Sérgio Gonzaga </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Lucas Vargas Oliveira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luisa Ávila Sphor </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Para incrementar a produção de carne de cordeiro com qualidade uniforme é necessário aumentar o número de cordeiros e diminuir a estacionalidade da oferta. Com isso há necessidade de buscar técnicas visando manipular o anestro estacional de raças ovinas, ou seja, práticas de manejo que anulem a estacionalidade. O objetivo deste estudo foi avaliar a taxa de estro de ovelhas cruza Corriedale e Texel em três épocas de acasalamento diferenciadas. O trabalho foi realizado em uma propriedade particular no município de Pedras Altas, RS, utilizando 74 ovelhas provenientes do cruzamento das raças Corriedale e Texel e três carneiros da raça Poll Dorset. Os animais foram mantidos em pastagem de azevém e campo nativo, além de serem suplementadas diariamente com uma mistura de casquinha de soja e milho em quantidades determinadas conforme a disponibilidade de forrageira e as necessidades de cada categoria. As ovelhas foram submetidas ao efeito macho e expostas à redução artificial do fotoperíodo e posterior sincronização, nas épocas necessárias (dezembro e agosto). Foi utilizado como efeito fixo a época de acasalamento e como variável resposta a taxa de estro. As taxas de estro observadas neste estudo mostram que não houve diferença significativa (P<0,05) entre as épocas estudadas no primeiro serviço, no entanto após o repasse dos carneiros, foi observada diferença, onde na época de junho obteve-se menor taxa de manifestação de estro (80%), em relação a agosto (93,2%) e dezembro (97,3%). Conclui-se que o uso do manejo com o controle do fotoperíodo nas épocas de acasalamento não convencionais provoca taxas de estro superiores à época tradicionalmente utilizada.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>