ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.1150-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>OVÁRIO-SALPINGO-HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM FELINOS: TÉCNICA COM DOIS PORTAIS</strong></p><p align=justify><b>Márcio Poletto Ferreira </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Fabiana Schiochet </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Rafael Stedile </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Ísis dos Santos Dal-bó </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Marcelo Meller Alievi </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Fernanda Silveira Nóbrega </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Simone Scherer </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b>Paula Cristina Sieczkowski Gonzalez </b> (<i>FAVET - UFRGS</i>); <b><u>André Cabrera Dalto </u></b> (<i>FAVET - UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A ovário-salpingo-histerectomia (OSH) é o procedimento cirúrgico realizado com maior freqüência em Medicina Veterinária, sendo a esterilização eletiva em pequenos animais, sua indicação mais comum. É um método de controle populacional eficiente tanto em felinos como em outras espécies. Dentre as técnicas utilizadas para realização da OSH destaca-se a cirurgia minimamente invasiva (videolaparoscopia) que, além de minimizar o trauma cirúrgico, oferece vantagens como: período de recuperação reduzido, diminuição no desconforto pós-operatório, menor tempo de internação, mínimo sangramento, redução na dor transcirúrgica, redução na formação de aderências e melhor aspecto estético da ferida cirúrgica. Foram utilizadas 9 gatas adultas, saudáveis, com peso variando de 1,3 Kg à 3,8 Kg. No procedimento cirúrgico foi feita incisão com 1,5 cm, 5 cm cranial à cicatriz umbilical e nesta incisão colocou-se o portal de 10 mm permitindo a passagem do endoscópio e estabelecimento do pneumoperitôneo. Após inspeção da cavidade foi feita uma segunda incisão para a passagem do instrumental por um portal de 5 mm, localizada 3 cm lateral e 1 cm proximal a primeira incisão, no lado direito do animal. O corpo do útero foi fixado à parede abdominal através de um ponto de reparo transcutâneo, sendo cauterizado e seccionado próximo à cérvix. Os pedículos ovarianos foram fixados à parede abdominal lateral através de um ponto de reparo transcutâneo, sendo então cauterizados e seccionados próximo ao ovário. O útero junto com os ovários foi removido da cavidade abdominal através do portal de 5 mm. Após a inspeção final da cavidade abdominal as incisões foram suturadas em duas camadas com fio mononáilon. O tempo médio de cirurgia foi de 55 minutos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>