ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1146-6</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO DO ISOLAMENTO MICROBIOLÓGICO DE GLÂNDULA MAMÁRIA E DO LEITE DE CAPRINOS TUBERCULINA POSITIVA.</strong></p><p align=justify><b><u>Adriana Pinheiro da Franca </u></b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Priscila Anne Melville </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Sônia Regina Pinheiro </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Silvio Arruda Vasconcellos </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Tatiana R. Rosário </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Leslei B. A. Almeida </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Carlos Almeida </b> (<i> Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Nilson Roberti Benites </b> (<i> Universidade de São Paulo/FMVZ/departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal(VPS)</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo:Até recentemente acreditava-se que a tuberculose em caprinos fosse uma enfermidade rara, o que levou ao errôneo conceito de que esses animais fossem resistentes ao Mycobacterium bovis. Pesquisas recentes comprovaram uma maior resistência desses animais ao M.tuberculosis, apresentando maior susceptibilidade ao M. bovis, sendo o agente classificado como Mycobacterium bovis subsp. caprae, também pertencente ao complexo Mycobacterium tuberculosis. A correlação entre os resutados Califórnia Mastitis Test (CMT), o Tanis e os isolados bacteriológicos cultura positiva e negativa do leite e da glàndula mamária de cabras produtoras de leite com diagnóstico positivo ao teste de tuberculina, foi realizado em 49 animais necropsiados. perfazendo um total de 98 amostras de leite e da glândula mamária. Os dados foram obtidos através do isolamento e identificação de bactérias do gênero Staphylococcus spp e Coryrinebacterium spp identificadas do leite, e Staphylococcus spp cultura positiva no parênquima mamário, juntamente com os resultados encotrados no teste de Tamis positiva e negativa, e CMT negativo, duas cruzes e três cruzes relacionados ao isolamento microbiológico da glândula e do leite. Através desta pesquisa pode-se verificar que não ocorreu relação entre os resultados microbiológicos obtidos do parênquima da glândula mamária, e do leite coletado nas glândulas CMT positiva e observou-se freqüência de isolamento de microrganismo semelhante entre o material coletado da glândula mamária e do leite das amostras CMT negativo. Para o teste de Tamis positivo e negativo, não houve diferença estatisticamente significante (P< 0,05) pode-se concluir que tanto no leite quanto no parênquima da glândula mamária a freqüência de isolamento são iguais. Quando comparou-se a porcentagem de freqüência de isolamento de microrganismos no leite com o da glândula obteve-se um P< 0,001, o que deixa claro que a freqüência de isolamento no leite foi muito superior a freqüência de isolamento de microrganismos no parênquima. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>