ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.1146-5</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DA MICROBIOTA BACTERIANA E FÚNGICA EM FEZES DE JABUTIS (GEOCHELONE CARBONARIA) CRIADOS EM DOMICÍLIO NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL</strong></p><p align=justify><b>Carlos Alexandre Pessoa </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Luciana Bandini </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Nilson Roberti Benites </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Melanie Gutjar </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Sônia T. Sakata </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b><u>Adriana Pinheiro da Franca </u></b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Clarice Y. Minagawa </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>); <b>Priscila Anne Melville </b> (<i>Universidade de São Paulo/FMVZ/Departamento de Medicina Veterinária e Saúde Animal(VPS)</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Resumo. A popularidade de diferentes répteis criados como animais de estimação vem crescendo e tem causado preocupação quanto ao seu impacto na saúde pública, considerando-se o escasso conhecimento sobre os tipos de doenças que estes animais podem transmitir, bem como sobre as medidas profiláticas que devem ser tomadas para prevenir a transmissão destas doenças. Desta forma, o conhecimento dos patógenos que estes animais albergam e que apresentam potencial zoonótico passa a ser importante para a orientação dos proprietários quanto aos cuidados com estes animais e implementação de medidas profiláticas adequadas. Os microrganismos que compõe a microbiota podem se tornar patogênicos para seus hospedeiros quando os mesmos encontram-se debilitados bem como, a eliminação contínua destes microrganismos (pelas fezes, por exemplo) por répteis aparentemente saudáveis ou mesmo doentes, pode representar um importante problema para pessoas que tenham contato com eles. Considerando-se que os répteis participam de forma importante do mercado de animais criados como pets, suas características microbiológicas devem ser pesquisadas, visando evitar que eles adoeçam ou venham a óbito devido à ocorrência de doenças infecciosas e não transmitam zoonoses para aqueles que os manipulam ou que com eles convivem. Este trabalho tem como objetivos o estudo da ocorrência de agentes bacterianos e fúngicos em fezes de jabutis (Geochelone carbonaria) criados em domicílio no Estado de São Paulo. Procedeu-se à coleta de fezes de 50 jabutis através de  swabs estéreis introduzidos por via cloacal. Foram realizados exames microbiológicos visando a pesquisa de bactérias aeróbias e anaeróbias facultativas, fungos filamentosos e leveduras. Considerando-se o total de 50 amostras avaliadas, foram isolados os seguintes microrganismos: Escherichia coli (76%), Bacillus sp. (54%), Klebsiella spp. (K. ozaenae, K. pneumoniae, K. oxytoca) (50%), Candida spp. (C. tropicalis, C. krusei, C. guilliermondi, C. lusitaniae) (38%), Corynebacterium spp. (24%), Citrobacter spp. (C. amalonaticus, C. diversus, C. freundii) (22%), Streptococcus spp. (S. mitior, S. zooepidemicus) (18%), Micrococcus spp. (18%), Pseudomonas aeruginosa (16%), Enterococcus spp. (E. faecalis, E. faecium) (8%), Salmonella spp. (6%), Acinetobacter lwoffii (6%), Edwardsiella tarda (4%), Serratia marcescens (4%), Enterobacter aerogenes (4%), Aeromonas sobria (4%) e Rhodotorula sp. (2%). Não foram isolados fungos filamentosos. A associação entre dois ou mais gêneros e/ou espécies de microrganismos ocorreu em todas as amostras avaliadas. Verificou-se que não houve diferença estatisticamente significante (p<0,05) entre as freqüências de isolamento de bactérias Gram negativas e Gram positivas. Por sua vez a freqüência de isolamentos de bactérias foi maior que a de leveduras (p<0,05), assim como a freqüência de isolamentos de bactérias tanto Gram positivas como de Gram negativas foi maior que a de leveduras (p<0,05). Deve-se ressaltar que todos os microrganismos isolados neste estudo apresentam potencial patogênico tanto para jabutis como para o ser humano.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>