ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.1130-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>CARCINOMA NASAL TRANSICIONAL EQUINO</strong></p><p align=justify><b>Fernanda da Silva Xavier </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b><u>Lorena Alvariza Amaral </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carlos Eduardo Wayne Nogueira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Conrado Gamba </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Cristina Gevehr Fernandes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os tumores localizados nas regiões nasal e paranasal são relativamente incomuns nos eqüinos. O carcinoma transicional, também chamado carcinoma epitelial respiratório é caracterizada macroscopicamente por massas volumosas, irregulares e unilaterais que tendem a invadir e destruir estruturas adjacentes. É comum a observação de infecções secundárias, necrose e hemorragia. Foi abatido no Frigorífico Miramar, situado em Pelotas, sob a inspeção do SIF 733, um eqüino, fêmea, de idade não identificada, sem raça definida, de pelagem tordilha. Na avaliação do animal foi encontrado um aumento de volume na face do lado direito, foi realizada a secção da cabeça e levada ao Laboratório Regional de Diagnóstico (LRD). A face recebida no LRD/UFPel apresentava uma massa tumoral se estendendo desde o olho até a mandíbula, a qual se caracterizava por uma lesão arredondada de cerca de 25cm de altura (em relação à mandíbula) com úlceras exsudativas multifocais. Ao corte verificou-se inicialmente grande área de necrose, com exsudação purulenta, a partir de uma massa que proliferava na cavidade nasal e ocupava toda a mesma, determinando osteólise do osso frontal direito. Eram massas nodulares, brancacentas, friáveis e com centros necróticos para o qual convergiam estruturas papilares. Microscopicamente, observou-se massa tumoral composta por células poliédricas a cuboidais com núcleos redondos e vesiculosos contendo 1 a 2 nucléolos proeminentes. A partir desses dados foi diagnosticado Carcinoma Transicional Nasal Eqüino.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>