ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.1121-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEISHMANIOSE VISCERAL NO MUNICÍPIO DE NATAL NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS: ASPECTOS DA INFECÇÃO HUMANA E CANINA</strong></p><p align=justify><b><u>José Flávio Vidal Coutinho </u></b> (<i>Secretaria Municipal de Saúde de Natal</i>); <b>Ádila Lorena Morais Lima Abreu </b> (<i>Secretaria Municipal de Saúde de Natal</i>); <b>Isabele Ribeiro Barbosa </b> (<i>Secretaria Municipal de Saúde de Natal</i>); <b>Alessandre de Medeiros Tavares </b> (<i>Secretaria Municipal de Saúde</i>); <b>Francisco Canindé Carlota </b> (<i>Secretaria Municipal de Saúde de Natal</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> A leishmaniose visceral, doença causada pelo protozoário da espécie Leishmania chagasi é uma zoonose reemergente de grande importância devido sua alta incidência nas populações humana e canina, principalmente na região Nordeste do Brasil, onde, segundo dados do Ministério da Saúde, se concentram aproximadamente 90 % dos casos humanos. O objetivo desse trabalho foi determinar através do inquérito sorológico canino realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses de Natal, utilizando o teste de imunofluorescência indireta (kit Biomanguinhos), a soroprevalência canina nas áreas onde foram notificados casos humanos da doença nos últimos cinco anos (2003-2007), bem como mostrar a evolução da estratificação epidemiológica, utilizando modelo do Ministério da Saúde baseado na média de casos humanos dos últimos cinco anos, dentro do município ao longo dos últimos quatro anos, onde se coletou por punção venosa um total de 27.963 amostras. Dentre as 34 localidades trabalhadas ao longo desse período, sendo algumas delas de forma censitária e a grande maioria através de amostragem (raio de 300 m a partir do caso humano), podemos destacar o Loteamento Jardim Progresso, que em 2004 era considerada a única área de transmissão intensa para a leishmaniose visceral em Natal, e hoje, após sistemática ação de controle sobre o reservatório, desfruta o status de área de transmissão esporádica. A soroprevalência canina em Jardim progresso em 2007 foi de 3,7% e de 6,6,% em 2006, bem abaixo de outras localidades onde também se registra com freqüência casos humanos, como Boa Esperança, localidade que em 2006 apresentou soroprevalência canina de 12,6% e Niterói que com 18,7% em 2006. O número de casos humanos foi de nove, seis, cinco, seis e oito em 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007, respectivamente. No ano de 2007, Natal reduziu para 0 o número de áreas com transmissão intensa, para 2 o total de localidades com transmissão moderada e para 22 o número de áreas com transmissão esporádica, notória evolução no controle da transmissão humana, visto que em 2004 existiam 1 área com transmissão intensa, 6 áreas com transmissão moderada e 31 áreas com transmissão esporádica. Contudo a maioria dos últimos casos de leishmaniose visceral humana (5 casos nos últimos três anos) foi na área de Pajussara, onde a soroprevalência canina foi de apenas 2,2% em 2006 (em 2007 não foi realizado inquérito nessa localidade). </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>